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quinta-feira, 3 de maio de 2012

MENSAGENS DE DIFERENTES AUTORES.

A INSONDÁVEL RIQUEZA DO AMOR


Conta-se a história de uma órfã que foi adotada por uma adorável senhora que desejava ouvir a disparada de pequeninos pés e o riso de crianças. A menina estava encantada com o seu novo lar e os vestidos novos que sua nova mãe lhe fizera. A senhora a ensinara a chamá-la "mamãe". E puxou-a então a si e beijou-a. A pequena, que jamais havia conhecido o amor de mãe, olhou surpresa com os seus lindos olhos azuis, e perguntou: "Mamãe, que é isso?"
"Querida", respondeu a senhora, "isto é amor!" "Oh, mamãe", suspirou a menina, "se isto é amor, eu desejo mais."
Quando provamos as "insondáveis riquezas" do amor de Cristo, também desejamos mais dele. Autor desconhecido.

VERDADEIRO AMOR


O pintor Ambrósio já pintara todos os quadros que pudera imaginar. Apenas um ele não conseguira pintar: um quadro que representasse o que é o verdadeiro amor. Acreditava ter encontrado esse verdadeiro amor em sua noiva, e deu ao quadro os traços da noiva. E esse quadro mereceu o primeiro prêmio.
Logo, porém, aconteceu que devesse sofrer grande desilusão em seu amor. Apressou-se então para o recinto da exposição onde se encontrava seu quadro, e rasgou-o com as próprias mãos. Como doido andava pelas ruas, dizendo sempre: "Procuro o verdadeiro amor!"
Passou-se muito tempo sem que ninguém tivesse notícia do pintor. Tornou-se velho e encarnecido. Um dia o encontraram morto em seu estúdio, diante de um grande quadro. Este representava a crucificação de Cristo. O mais comovedor eram os olhos de Jesus, já tomados da sombra da morte próxima, mostrando bondade infinita, e dirigindo para o Céu o olhar súplica. Com o último alento, escrevera o pintor ao pé do formoso quadro: "O Verdadeiro Amor!" – Alberto Reinecke, Kraft und Licht.

 

 

Quando o sonho se destrói, Deus reconstrói.
Quando se acabam as forças, Deus renova-as.
Quando é inevitável conter as lágrimas, Deus dá alegria
E tudo isto com a ajuda de algo que nos liga a ele: a fé

 

Perdoar

(Artur da Távola)

 

 


"... Aprendi outro dia que perdoar é a junção de "per" com "doar". Doar é mais do que dar. Doar é a entrega total do outro. O prefixo "per" que tem várias acepções, indica movimento no sentido "de" ou em "direção" a ou "através" ou "para" etimologicamente falando, portanto, perdoar, quer dizer doar ao outro a possibilidade de que ele possa amar, possa doar-se. Não apenas quem perdoa que se "doa através do outro". Perdoar implica abrir possibilidades de amor para quem foi perdoado, através da doação oferecida por quem foi agravado. Perdoar é a única forma de facilitar ao outro a própria salvação. Doar é mais do que dar: é a entrega total... Perdoar é doar o amor, é permitir que a pessoa objeto do perdão possa também devolver um amor que, até então, só negara.

É tão lindo...




 


AMOR  CONSTRANGE


Faz alguns anos, edificamos um templo em Chicago e por isso estávamos muito ansiosos por mostrar ao povo o amor de Deus. Pensávamos que, se não pudéssemos inculcá-lo nos corações mediante a pregação, trataríamos de gravá-lo a fogo neles. Assim, com esta intenção, fizemos colocar no púlpito estas palavras com luzes: "DEUS É AMOR".
Numa noite em que caminhava certo homem pela rua, olhou por dentro da porta da igreja e viu o texto. Era um pobre pródigo. Seguindo adiante o seu caminho ele pensou: "Deus é Amor". . . Não!.. . Ele não me ama, porque sou um desgraçado pecador." Tratou de esquecer-se do texto, porém ele parecia brilhar perante os seus olhos com letras de fogo; com este pensamento caminhou mais adiante, mas voltou atrás e entrou no templo.
Não ouviu o sermão; mas as palavras deste lacônico trecho se haviam gravado profundamente em seu coração e isto bastou.
É de pouca importância o que digam os homens, se somente a Palavra de Deus tem entrada no coração do pecador. Ele ainda permaneceu depois da bênção e eu o encontrei chorando como uma criança. Expliquei-lhe as Escrituras e a luz do Evangelho brotou em seu coração, o que fez com que se regozijasse em Cristo. – D. L. Moody.
 

 


Ver voce sorrindo, para a vida pelos motivos simples. Tão lindo, caminhar ao seu lado e sentir o aroma do seu ar. Tão lindo olhar em sua face e ver a luz do amor, Quando levanta ao amanhecer da alvorada e seu olhar especial de apreciar a vida. É tão lindo sim, ...

Autor: Desconhecido 


MANHÃ DE PRIMAVERA



Era uma radiola manhã de primavera. O sol brilhante iluminava as ruas estreitas e pitorescas de Florença, projetando uma profusão de luz no gabinete de trabalho de um dos mais famosos pintores de Toscana, André Verrochio. Um rapaz muito pálido, curvado sobre seu cavalete, parecia completamente absorvido no trabalho. Sua nobre flauta era envolta por densa nuvem de tristeza.
De repente o jovem pintor foi interrompido. Uma mulher idosa, entrando no aposento, lhe disse com voz cheia de emoção:
– Meu filho, o mestre deseja vê-lo. Vá logo ter com ele.
Imediatamente, Leonardo deixou a palheta e os pincéis, e dirigiu-se ao quarto do seu venerando mestre, que se encontrava entre a vida e a morte.
– Leonardo, disse-lhe o doente, com voz muito sumida, estou prestes a morrer; quer fazer-me um favor? É o último pedido que lhe faço.
O jovem ajoelhou-se junto do leito de seu mestre, tomou entre as suas mãos a mão trêmula que se lhe estendia e respondeu com forte emoção:
– Meu mestre, para satisfazer um desejo seu eu irei aonde você quiser e tudo farei; não há sacrifício algum que me pareça grande demais, se eu o fizer pelo amor que tenho a você.
O doente fixou os olhos baços, durante algum tempo, nos de seu discípulo e depois disse:
– Leonardo, o trabalho que eu comecei para o altar do claustro de São João, você poderá acabá-lo por mim?
Leonardo baixou os olhos e, depois de alguns instantes, disse:
– Mestre, não sou capaz, absolutamente não sou capaz! Eu estragarei a sua obra se nela tocar.
Verrochio sorriu e disse com voz calma e nítida:
– Não, meu filho, faça o melhor que puder. Trabalha por amor a mim. A pintura precisa de ser acabada e você podes fazê-lo.
A tarde descia com suas sombras melancólicas. De uma pobre casebre de Florença começou a subir para o céu a súplica de um coração ardente: "Meu Deus, dizia Leonardo – porque era ele que se encontrava de joelhos – ajuda-me por amor de meu mestre a fazer o melhor que eu puder! Não sou digno dessa obra, bem o sei, mas auxilia-me por amor dele."
Passou-se um mês – período de sérias aflições para o jovem artista – pois ele sentia que a hora da partida de seu mestre se aproximava rapidamente. Afinal concluiu a pintura e apresentou-a ao doente, dizendo:
– Eu fiz o que pude, meu mestre, e tudo por amor a você!
Com grande admiração o bom velho, derramando lágrimas, respondeu-lhe, agitado por grande emoção:
– Meu filho, meu filho, você triunfou, e muito bem. Não preciso voltar mais ao trabalho e Florença orgulhar-se-á um dia do nome de Leonardo da Vinci! 

 
( Autor desc.)


 
Conta-se a história de uma águia gigantesca, nas montanhas da Escócia. Certo dia baixou ela a um quintal onde se achava uma criancinha num berço. Tomou o pequenino infante e subiu, subiu, subiu, até que afinal depositou o pobrezinho à borda de um rochedo. A mãe estava como louca. Toda a vila ficou horrorizada. E dirigiram-se para o pé do rochedo, discutindo ali a maneira de poder alcançar a criança.
Um musculoso marinheiro declarou: "Hei de apanhá-la." E pôs-se a subir pelo rochedo. Mal começou, porém, teve de voltar atrás. Então um rústico montanhês, acostumado a escalar montanhas, disse: "Eu a trarei." E subiu, subiu, mas eis que não pôde avançar mais, e voltou. 
Aproximou-se então uma camponesa que, vencendo toda resistência de todos, empreendeu a grande ascensão, subiu, subiu, mais, mais, até que chegou afinal ao pé da criança, descendo então pouco a pouco, chegando a salvo.
 
 
Por que será que o marinheiro e o montanhês não haviam sido capazes de alcançar a criança, ao passo que uma simples camponesa pôde fazê-lo? Ah! é que aquela mulher era a mãe da criança!
A Supremacia do Amor.

O  PODER  DO  AMOR


Um garotinho de quatro anos de idade foi levado, das favelas de Chicago, para um orfanato. Depois de lhe haverem dado o banho e o terem aprontado para ir para a cama, à noite, quando a empregada lhe indicou o leito alvo e macio, erguendo os lençóis limpos e convidativos, ele fez um gesto de espanto, dizendo:
       A senhora quer que eu entre aí? Pra quê?
       Claro, pois é aqui que você vai dormir!
O pequeno arregalou os olhos. A idéia de dormir num lugar desses era para ele compreender. Nunca em toda sua vida, dormira em uma cama.
Foi posto carinhosamente no leito e a empregada lhe deu o boa noite com um beijo. E aquele pedacinho de dente tirou a mão de debaixo das cobertas e esfregou na face, para enxugar o beijo.
– Por que a senhora fez isso? – perguntou intrigado.
Mas na manhã seguinte se achegou para a empregada e lhe pediu:
       A senhora não quer fazer aquilo de novo – aquilo que me fez ontem à noite?
Nunca dantes recebera um beijo, nem sabia da existência de tal expressão de afeto.
Uma semana depois, o garoto vinha para junto dela três ou quatro vezes ao dia e, com expressão de doçura, rogava: A senhora me quer amar um pouco?
Algumas semanas depois chegou ao orfanato uma senhora, desejosa de adotar um órfãozinho como filho, de maneira que a empregada lhe trouxe aquele garotinho. A senhora, fitando-o, disse:
– Tomazinho, você não gostaria de ir para minha casa? Ele ficou olhando para o chão. Tornou ela: – Eu lhe darei um cavalinho e uma porção de brinquedos, e você terá um tempo divertido, e lhe darei muitos passatempos interessantes.
O pequeno continuou fitando o chão, sem dar nenhuma atenção à senhora. Esta continuou falando, procurando persuadi-lo, e por fim o pequeno lhe fitou o rosto e disse:
– A senhora vai me amar, também?
Digo-lhes, amigos, há nesta historiazinha muito de patético, que nos fala eloqüentemente do poder do amor. – 1001 Illustrations.
 

O  AMOR  OBSERVA  A  REGRA  ÁUREA


– Não te precipites com o menino, disse Maria a seu marido, ouvindo-o exortar asperamente o filho a que se não demorasse pela rua quando tornasse da escola.
– Desejo apenas ser obedecido, retorquiu o marido e, voltando-se para o menino, disse: Agora vá para a escola e, quando voltarem, vem diretamente para casa; do contrário eu te ensinarei.
Carlos despediu-se enxugando as lágrimas que ocultamente lhe deslizavam pelas faces. Era um belo e guapo rapaz de nove anos de idade, cheio de vida, e, portanto, naturalmente disposto a toda sorte de desenvoltura. O pai, porém, parecia antes inclinado a convidar que os meninos são meninos e que seria fora do natural, em um tal rapaz, não ser desembaraçado e esperto.
Teve, porém, de aprender à sua custa. Durante a tarde os seus negócios o embaraçaram um pouco, pelo que volveu à casa um tanto indisposto. Ele não era mau; enfadava-se, porém, facilmente quando as coisas não corriam conforme os seus desejos. Muito exato e pontual em tudo, não lhe suportava que outros não o fossem também.
Sentado ao fogão da sala, sua fisionomia revelava mau humor, que ainda mais se acentuou quando sua mulher lhe anunciou que Carlos voltara da escola todo molhado e coberto de lama.
– Onde está ele?, perguntou severamente o pai.
– Na cozinha, volveu a mãe; ele teme entrar, porquanto a empregada o avisou de que estavas em casa.
– Não admira que receie entrar, pois ainda ontem o exortei a não ir tão perto do rio. Manda-o entrar.
Carlos entrou, tiritando de frio. Um olhar do pai bastou para o convencer do que o aguardava.
– Não disse para você não ir tão perto do rio? Amanhã mostrarei a você o que penso deste procedimento, mas de um modo que você não esquecerá tão facilmente.
– Mas papai, disse o menino, permita-me que explique ao senhor como foi?...
– Não quero ouvir, vá para a cama!
– Desejo somente dizer ao senhor, papai, que...
– Já disse: cale-se! e com um gesto significativo acrescentou: Você vá para a cama ou se arrependerá.
O menino obedeceu vagarosamente, recolhendo-se ao quarto sem haver jantado. Quando Carlos deixou a sala, disse a mãe, comovida:
– Eu acho que você devia ter escutado o que Carlos tinha a dizer. Você sabe que no mais ele sempre tem sido bom filho, e que, se comete alguma travessura, é mais por inadvertência do que acintosamente.
– Bem, mas ele devia obedecer-me, visto como lhe proibi terminantemente de ir tão perto do rio.
Entretanto, parecia que uma nuvem sombria pairava sobre aquela habitação, em geral risonha e alegre. Quando os dois esposos se recolheram, o pai sentiu-se impelido a espreitar para dentro do quarto em que Carlos dormia.
Aproximando-se cautelosamente do leito e interceptando com a mão a luz da vela, fixou longamente o rosto do menino que ressonava tranqüilo. Intimamente se arrependia de sua atitude, embora procurasse reprimir esse sentimento dizendo de si para si que a consciência do dever o aconselhava a ser firme. Falando depois com a esposa, prometeu ouvir primeiro o que Carlos tinha a lhe dizer, antes de recorrer à medida extrema.
Essa ocasião, porém, não veio. No dia seguinte, ao acordar, notaram com surpresa que o menino tinha sida acometido de uma inflamação cerebral, de que não mais conseguiu restabelecer-se. A despeito de todos os desvelos e do desejo ardente com que estavam os pais de que Carlos os tornasse a reconhecer, o infeliz menino faleceu algum dias depois.
Quando a notícia da morte de Carlos alcançou a escola, um dos colegas íntimos do menino veio ter com sua família.
– Eu estava com ele quando entrou na água.
– Deveras?, inquiriu o pai. E você pode me dizer como foi?
– Sim. Dois meninos estavam pescando, quando, não sei como, um deles escorregou e caiu. Carlos, sem hesitar, atirou o boné, lançando-se após o rapaz, conseguindo, com dificuldade, arrastá-lo para fora do rio. Ele e eu o pusemos na margem. Carlos me pediu que nada dissesse, porque lhe haviam proibido de ir perto do rio, Pelo caminho sempre repetia: "Que dirá meu pai quando me vir assim? Porém, eu não podia proceder de outra maneira, devia salvar Tomé."
– Meu pobre e desventurado filho!, exclamou o pai. Era isto que me desejava contar, recusando-me a ouvi-lo. Deus me perdoe!
Lágrimas lhe rolaram pelas faces e ainda muitos anos depois o aspecto dos brinquedos e dos livros de Carlos lhe pungia o coração, o que podia ter evitado, se tivesse ouvido o filho antes de o condenar.
 – Pérolas Esparsas.
 

UM  PAI  QUE  AMA


Um jovem empregado numa igreja de Londres perdeu sua esposa. Tinha um filhinho. Os anciãos da igreja tinham a esperança de que algum dos parentes viria e tomaria cuidado da criança, mas nenhum apareceu. Dois ou três anos passaram-se. Um domingo, quando a igreja estava cheia, o ministro subiu ao púlpito, guiando uma criança pela mão, sentando-a adiante consigo. Começou o sermão.
Em seu sermão o ministro falou da mãe de Cristo, e a agonia de sua alma ao ver Jesus morto na cruz. Disse: "Pensai na vida de uma criança sem os ternos cuidados de uma mãe! Quem jamais pode envolver um filhinho? Quem pode cuidar, acariciar, quem pode amar como uma mãe?"
Tão grande era o seu sentimento, que a voz forte e dominante parou, como que esperando uma resposta. Em meio do silêncio de toda a congregação uma voz suave, como de uma criança, fez-se ouvir, tão clara e docemente: "Um papai também faria tudo da mesma maneira, querido papai!"
Assim, nosso Pai, com um coração mais amante que o de mãe, com uma simpatia mais pronunciada que a de um irmão, com um amor que excede a todo o amor humano em conjunto, procura fazer o maior bem à família humana. Não podemos nós, então, dizer com Jesus: "Nosso Pai?"

 ( Autor desc.)


Era uma vez um rapaz que tinha muitos problemas. Constantemente, em suas preces, ele pedia que Jesus viesse visita-lo no seu sofrimento.
Um dia, Jesus bateu a sua porta, ele maravilhado, convidou-o a entrar, e Jesus sentou-se no sofá da sala. Na mesinha de centro encontrava-se uma Bíblia aberta no Salmo 91. Numa das paredes estava pendurado um bordado com o Salmo 23 e na outra um quadro da santa ceia.
"Senhor Jesus", disse o jovem, "em primeiro lugar gostaria de dizer que uma honra recebe-lo em minha casa, conforme o Senhor deve saber, estou passando por algumas dificuldades e preciso muito da Sua ajuda..."
"Filho", interrompeu Jesus, "antes de conversarmos sobre os seus pedidos, gostaria de conhecer sua casa. Onde o lugar que você dorme?" No mesmo instante o rapaz se lembrou que, no quarto, o computador estava ligado e aberto em uns sites pouco recomendáveis e, colocando-se na frente da porta disse: "No, Jesus, aqui no! Meu quarto no este arrumado!"
"Ok", disse Jesus, " E onde o lugar que você toma banho?"
Novamente o rapaz se lembrou que guardava, no banheiro, umas revistas terríveis e se apressou em dar uma desculpa: "Ih, Jesus, melhor no. Acabei de tomar banho e este tudo molhado..."
"Bem", disse Jesus, "e a cozinha, posso conhecer sua cozinha?"
O rapaz lembrou que na cozinha havia algumas garrafas de bebida vazias que ele no gostaria que Jesus visse. "Senhor, desculpe, mas prefiro que no", respondeu o rapaz, "a minha cozinha esta vazia, no tenho nada de bom para oferece-lo."
Neste instante, um barulho forte interrompe a conversa. Pam, pam, pam...!
Era algum que batia furiosamente na porta, o rapaz se levantou, assustado, e foi ver quem era. Abriu a porta meio desconfiado, e viu que era o diabo.
"Sai da frente que eu quero entrar!", gritou o tentador. "De jeito nenhum", respondeu o rapaz, e assim começou a briga com muita dificuldade o homem conseguiu empurrar o diabo e fechar a porta.
Cansado, o rapaz voltou para sala e continuou:
"Entro, Jesus", disse ele, "como eu estava falando com o Senhor, estou precisando de tantas coisas..."
Mas, outra vez a conversa interrompida por um barulho forte que vinha da janela do quarto. O rapaz correu para ver quem era e ao abri-la se deparou, novamente, com o diabo:
"Agora no tem jeito, eu vou entrar!", disse o inimigo.
Mais uma vez o rapaz se debateu com ele e conseguiu trancar a janela.
"Senhor", disse ele, "desculpe a interrupo,conforme lhe dizia..."
Outra vez, dos fundos da casa, se ouvia tamanho barulho como se algum quisesse arrombar a porta, era novamente o diabo: "Eu quero entrar!"
O rapaz, j exausto, lutou com ele e conseguiu mant- lo do lado de fora.
Ao voltar, contrariado, disse a Jesus: "Eu no entendo. O Senhor est na minha casa e por que o diabo fica insistindo em entrar?"
"Sabe o que meu filho", explicou Jesus, " que na sua casa voc s me deu a sala."
O rapaz humildemente entendeu a lio de Jesus e fez uma faxina na casa para entreg-la aos cuidados do Senhor.
Neste instante, o diabo bateu mais uma vez porta. O rapaz olhou para Jesus sem entender, e o Senhor disse: "Deixa que eu vou atender."
Quando o diabo viu que era Jesus, que atendia a porta, disse: "Desculpe, foi engano," e sumiu rapidinho.

Muitas vezes, assim que acontece com o nosso coração. Entregamos a Jesus  uma parte dele, apenas a sala, ficando as duvidas a morar no quarto, o acaso na cozinha, o medo na varanda, entro lutamos e no vencemos porque a casa esta dividida.

A Bíblia diz que "os olhos do Senhor passeiam por toda a terra para se mostrar forte para com aqueles cujo coração inteiramente seu. 



DECLARAÇÃO DE UM AMOR INCONDICIONAL


Vou te dizer como quero te amar
Para te mostrar a minha intenção
De te atender se fores me chamar
E jamais te abandonar na solidão.

O teu silêncio vou saber respeitar,
Não vou sequer perguntar a razão,
E caso a tristeza venha te dominar,
Dar-te-ei o meu carinho e afeição.

Compreensão nunca vou te negar,
Nem vais te faltar o meu perdão,
Esta é a minha forma de te amar,
Sempre tão pura e sem condição.
Dennys Távora

Amor Incondicional


Cuide para que não queiras receber mais do que tens a oferecer, por que há coisas que exigem extrema reciprocidade para que sejam possíveis.

Para que um litro de água preencha um vaso, é preciso que este vaso tenha espaço para aquele um litro de água ou mais, pois se ele não tiver espaço suficiente, ele transbordará e a água sofrerá.

De modo semelhante, a água precisa estar na medida certa que o vaso comporta, ou deixará espaço vazio, e aí será o vaso que sofrerá.

Com teu próximo é preciso proceder da mesma forma: se você quer viver um imenso Amor, é preciso que cultives um espaço imenso em teu coração.

E, se mais que isso, você deseja um Amor incondicional, o teu Amor precisa ser incondicional primeiro – sempre, e sobre todas as coisas, ou ele deixará de ser incondicional...
Augusto Branco

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