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segunda-feira, 12 de junho de 2017

FESTAS JUNINAS NO NORDESTE

FESTAS JUNINAS NO NORDESTE



No Brasil, desde pelo menos o século XVII, no mês de junho, comemoram-se as chamadas “Festas Juninas”, que possuem esse nome por estarem associadas ao referido mês. Sabemos que, além daquilo que tipifica tais festas, como trajes específicos, comidas e bebidas, fogueiras, fogos de artifício e outros artefatos feitos com pólvora (como bombinhas), há também a associação com santos católicos, notadamente: São João, Santo Antônio e São Pedro. Mas quais são as raízes das festas juninas?
Os pesquisadores especializados em festividades e rituais costumam apontar as origens das festas juninas nos rituais dos antigos povos germânicos e romanos. Os povos que habitavam as regiões campestres, na antiguidade ocidental, prestavam homenagens a diversos deuses aos quais eram atribuídas as funções de garantir boas plantações, boas colheitas, fertilidade etc. Geralmente, tais ritos (que possuíam caráter de festividade) eram executados durante a passagem do inverno para o verão, que, no centro-sul da Europa, acontece no mês de junho.
Esses rituais implicavam o acendimento de fogueiras e de balões (semelhantes aos que hoje são feitos com papel de seda), entre outros modos de comemorações, como danças e cânticos. Na transição da Idade Antiga para a Idade Média, com a cristianização dos romanos e dos povos bárbaros, essas festividades passaram a ser assimiladas pela Igreja Católica, que, como principal instituição do período medieval, soube também diluir o culto aos deuses pagãos do período junino e substituí-los pelos santos.
A religiosidade popular absorveu de forma muito profunda essa mistura das festividades pagãs com a doutrina cristã. Nas regiões do Sul da Europa, sobretudo na Península Ibérica, onde o catolicismo desenvolveu-se com muita força no fim da Idade Média, essas tradições tornaram-se plenamente arraigadas. Com a colonização do Brasil pelos portugueses a partir do século XVI, as festividades juninas aqui foram se estabelecendo, sem maiores dificuldades, e ganhando um feitio próprio.
As comemorações das festas juninas no Brasil, além de manterem as características herdadas da Europa, como a celebração dos dias dos santos, também mesclaram elementos típicos do interior do país e de tradições sertanejas, forjadas pela mescla das culturas africana, indígena e europeia. Sendo assim, as comidas típicas (como a pamonha), as danças, o uso de instrumentos musicais (como a viola caipira) nas festas, etc., tudo isso reflete milênios de tradições diversas que se imbricaram. Por Me. Cláudio Fernandes


De acordo com a região em que são feitas, elas adquirem tradições diferenciadas. Em alguns estados brasileiros, por exemplo, as festividades chegam a durar o mês todo, principalmente nas cidades de Caruaru (PE) e Campina Grande (PB), que ganharam o título de maior São João do Mundo. Ao viajar para Caruaru, os turistas encontrarão a Vila do Forró, uma cidade com casas coloridas, estabelecimentos comuns de cidade pequena, atores que encenam o dia a dia da população e o maior cuscuz do mundo.


Principais Comidas Típicas de Festa Junina
Pamonha Curau Cuscuz Canjica Bolo de milho Pipoca Arroz doce Caldos (Caldo Verde ou Feijão) Cocada Pé de moleque Paçoca Pinhão Cozido Amendoim doce Maçã-do-amor Bolo de fubá.
Ingredientes mais utilizados
- Milho;
- Arroz;
- Coco;
- Amendoim;
- Maçã.


Pratos Típicos de Festa Junina
Pamonha
A famosa pamonha pode ser consumida em qualquer período do ano, mas são nos dias de festa junina que ela faz muito sucesso. Doce ou salgada, com temperos diversos como pimenta, queijo ou linguiça calabresa é só escolher. A receita é feita com um dos principais ingredientes utilizados para a criação de diversas comidas, o milho.


Cuscuz
Também feito com milho ou farinha de tapioca, o cuscuz é um prato popular, principalmente no nordeste, e não faz sucesso apenas em festas juninas. Existem diversas variações do prato, por exemplo, em São Paulo, os paulistas consomem o cuscuz paulista.


Pipoca
A pipoca são grãos de milho estourados na panela e é um dos itens que não pode faltar na festa junina e pode ser servida doce ou salgada.


Arroz Doce
O arroz doce é um receita criada com arroz e leite, muito tradicional, e pode ser acrescentado leite condensado, canela, cravo e raspas de limão.

Paçoca


Maçã do Amor
A maçã do amor é um doce típico romântico bem simples, sendo o tradicional mergulhado na calda de açúcar. Foi criada pelo espanhol Antonio Farre Martinez e patenteada em 1959. Surgiram novas variações da maçã com calda de chocolate, granulado e outras delícias. 

Até a uva do amor foi incluída na história.


Bolos Diversos
O bolo de fubá é um dos mais requisitados nessas comemorações, ele é produzido com milho e pode ser consumido com uma xícara de café. Outros tipos são o Bolo de Aipim, Milho e Mandioca.


Cocada
Com diversos sabores, a cocada é um doce de festa junina, feito com coco ralado, ovos, leite de coco, rapadura e leite condensado. Para deixá-la diferente, durante a preparação, pode-se acrescentar polpa de




 frutas.


Canjica
A canjica, também chamada de mingau de milho branco ou curau, é um prato popular feito com leite comum ou leite de coco, milho branco ou verde ralado e açúcar.
Haja tentação!
Boas festas!


segunda-feira, 22 de junho de 2015

CHEGOU SÃO JOÃO ! NO NORDESTE TEM COMIDAS E ANIMAÇÕES. VIVA SÃO JOÃO!



 

CHEGOU SÃO JOÃO!



“Segundo a tradição cultural nordestina, no mês de junho o céu fica mais iluminado com fogueiras e balões e bandeirolas por todo lado”.


     O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.


Embora se comemore os três Santos, Santo Antônio, São João e São Pedro, o forte mesmo é o Santo Antônio.

Em todos os recantos do nordeste comemora-se com muita alegria e fartura. A culinária é muito atraente e diversificada, de região pra região, assim como as festas, atraindo muitos turistas e estes movimentam a economia.
Os  nordestinos afogam as tristezas, e reúnem-se em plena alegria ao lado de uma fogueira ou ao som do Sanfoneiro, forosando a noite inteira.


NO NORDESTE É ASSIM:

 PERNAMBUCO

CARUARU, a cidade pernambucana situada a 130 km da capital Recife, todos os anos, deixa de ser tranquila, durante os 30 dias de festança. As ruas são tomadas por bandeirinhas multicoloridas, vilas cenográficas são produzidas, as barracas com delícias típicas como canjica, pé de moleque e pamonha são sucesso e as iguarias ganham até versões gigantes, as tradicionais fogueiras ardem com chamas altas e sem pulos e, claro, não poderia faltar a quadrilha que, nas festas juninas no nordeste, chegam a ter 4 mil participantes.

O arraial conta ainda com apresentações de bandas de pífano, trios de forró pé de serra e shows com os nomes do momento.





 

CAPITAL PERNAMBUCANA - Na véspera e dia de São João têm shows em vários bairros do Recife e na maioria dos municípios pernambucanos os festejos continuam com muita animação e comidas típicas. Mesmo com a crise em diferentes setores, os pernambucanos se superam em alegria neste período junino.


SERGIPE

O céu nordestino é o mais iluminado do Brasil no mês de junho e somente nele tem um barco de fogo. Ele é preso bem alto e, depois de aceso, parece mesmo que está voando. E tem as quadrilhas juninas, que fazem verdadeiros espetáculos. São mais de 100 em Sergipe e muitas chegam a fazer até três apresentações por noite.

São João é sinônimo de mais dinheiro também para os sanfoneiros. São mais de 500 em Sergipe e, mesmo cobrando cachê dobrado, é tanto show que alguns recusam trabalho. "Se você liga em cima da hora, ás vezes você dá sorte", conta o sanfoneiro Erivaldo de Carira.


PARAÍBA

 Em Campina Grande, cidade a 135 km de João Pessoa, acontece uma das maiores festas juninas do nordeste e, como eles dizem com orgulho, do mundo. O endereço da bagunça é sempre o mesmo, a imensa área a céu aberto do Parque do Povo. É lá que o arraial é armado nos 30 dias de festa com direito a bandeirolas, balões, fogueira, cidade cenográfica com réplicas de prédios históricos do centro, barracas e mais barracas com comidas regionais que vão do pé de moleque até a buchada de bode, quadrilha, forró pé de serra, shows e tudo mais que fizer parte das tradições que embalam as festas juninas no nordeste. A festança deste ano acontecerá de 6 de junho a 6 de julho e ainda não teve a programação divulgada.
 

MARANHÃO

Em São Luís, são os grupos de Bumba Meu Boi que comandam o arraial. E a primeira parada é na igreja. O padre pede proteção para a maratona de apresentações que eles têm pela frente, que o diga o miolo do boi, que carrega o "bicho" nas costas todos os dias. "Quatro, cinco horas com uns 10 kg nas costas. Vale a pena, sim",ele responde ao repórter.

É uma tradição enorme no Maranhão. Onde tem bandeirinha de São João, tem grupo de Bumba Meu Boi se apresentando. Neste ano, serão mais de 1.600 arraiais espalhados pelo estado. E onde tem boi, tem gente disputando espaço para ver.

VIVA SÃO JOÃO  COM ANIMAÇÃO E MUITAS COMIDAS  TÍPICAS!








 
BOM SÃO JOÃO  PARA TODOS! 

PRENDAS E BRINCADEIRAS JUNINAS




 
PRENDAS E BRINCADEIRAS JUNINAS
 
De acordo com a tradição junina, muitas brincadeiras são tradicionais nos festejos juninos, a exemplo dessas:

1. CORREIO ELEGANTE
As festas juninas também ficam muito animadas quando o povo é convidado a mandar bilhetinhos pelo correio elegante.
É assim que funciona:
Usando cartolina de diversas cores, faça pequenos cartões em formato de coração, de balão, redondo ou quadrado e coloque-os em uma cestinhas, as próprias pessoas poderão escrever mensagens aos amigos, ou mesmo, já poderão ter alguns cartões com mensagens escritas.
Você envia para alguém bilhetinhos, anônimos ou não, com declarações de amor, amizade, agradecimento, ou frases religiosas, pedido de desculpas. Depois, é só esperar a resposta e continuar se divertindo na festa.

2. PAU DE SEBO
É uma competição em que os participantes devem escalá-lo até o topo, onde ficam prendas ou dinheiro. Consiste de um tronco de arvore com quatro metros mais ou menos de altura, todo coberto com sebo de animal, pois deve ficar bastante liso e escorregadio. O grande desafio dos participantes é atingir o seu topo e pegar as prendas lá colocadas.

3. PESCARIA
Recorte peixinhos e outros animais marinhos em uma cartolina. Com fita adesiva, cole um clipe em cada bichinho e finque-os em uma bacia com areia. Para fazer a varinha, amarre um barbante na ponta de um graveto de madeira. Na outra extremidade do barbante, amarre um clipe, com a lateral aberta, de modo a parecer um anzol.
Fixe números nos animaizinhos, para que estes correspondem ao brinde (também numerado) que irá levar.

4. CORRIDA DE TRÊS PÉS
 Cada jogador amarra a sua perna esquerda à perna direita do parceiro e, assim, os dois pulam até a linha de chegada. Ganha a dupla que chegar primeiro.

5. OVO NA COLHER
Cada participante corre equilibrando um ovo cozido- pode ser também um tomate ou uma batata- numa colher até chegar à linha de chegada.
Ganha um brinde quem chegar primeiro, sem deixar cair da colher.

6. BOCA DO PALHAÇO
Desenhe um palhaço em uma cartolina com a boca bem grande e aberta. Recorte com estilete o espaço da boca- deixando os lábios. As crianças deverão acertar bolinhas pequenas – pode ser de tênis ou frescobol- na boca do palhaço. Ganha um brinde a que conseguir acertar mais.

7. JOGO DE ARGOLAS
Coloque várias garrafas em um dos cantos da sala para que as crianças tentem acertar as argolas. Delimite a distância com que as crianças deverão fazer as tentativas passando fita crepe no chão. Use a fita crepe para fixar as garrafas- de plástico, para não haver acidentes- no chão. Dê preferência as garrafas de 600 ml, que são menores e cubra-as com papel colorido por fora. Ganha a que acertar mais argolas.

8. DANÇA DAS BATATAS
O casal tem que dançar até o fim da música equilibrando uma batata entre as testas, sem deixar cair. Pode substituir por uma maçã.

9. CORRIDA DE SACOS
Arranje sacos de linha e os corredores deverão correr com os dois pés dentro do saco, sem cair. Quem chegar primeiro, ganha.

10. DANÇA DAS CADEIRAS
Coloque cadeiras espalhadas, sempre uma a menos do que o número de pessoas participantes. A música para de vez em quando, sem esperar e as pessoas correm para sentar nas cadeiras. Quem sobrar sai da brincadeira.

11. BRINCADEIRA DA MAÇÃ
Prende-se uma maçã através do cabinho em um barbante ou cordão, pendura-se a extremidade do cordão no alto, de forma que os participantes possam alcançar a maçã com a boca. De mãos para trás cada participante tentará morder esta maçã, o que conseguir primeiro, ganha.

12. COELHINHO NA TOCA
Precisa-se de um coelhinho.
Você poderá usar caixas de sapato ou maiores, depende do tamanho do coelhinho que você terá para a brincadeira. Faça um buraco como de uma toca, em cada caixa e as disponha em círculo. Numere a parte superior das caixas, assim como os brindes que você tem a disposição. Depois de cada participante escolher um número da caixa, o coelhinho poderá ser solto no centro... Este correrá para uma das tocas (caixas), a de número que ele entrar, será o ganhador.

 13. PRENDAS/LEMBRANCINHAS
Você poderá fazer saquinhos de papel ou canudos ( aproveite o rolo vazio do papel higiênico) envolvidos em papel colorido. Coloque dentro miudezas baratas e frases engraçadas ou medalhas, tercinhos, etc. e bilhetinhos com frases religiosas. Distribua aos convidados para sua festa, como surpresa.