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domingo, 18 de junho de 2017

A VIDA É FEITA DE ESCOLHAS INTERRUPTAS Profª Lourdes Duarte


A VIDA É FEITA DE ESCOLHAS INTERRUPTAS
Profª Lourdes Duarte


     A vida é bem complicada. Mesmo que tentarmos levar a vida da maneira mais simples possível, é uma escolha difícil nos dias atuais. Tudo lá fora nos fascina de alguma forma.
   Infelizmente ainda para muitos, só valemos consideravelmente pelo que temos e não pelo que somos. Tudo é muito difícil de entender ou talvez nós mesmo complicamos a vida que temos, achando que boa mesmo é a vida  do outro.
Temos três escolhas: desistir, ceder ou dar o melhor de si para alcançar os nossos  objetivos.
Cabe a nós fazermos escolhas certas  e analisarmos bem   qual o caminho que  devemos seguir. errando ou acertando, tudo dependerá das nossas escolhas.
Cada um de nós estamos sujeitos a uma sucessão ininterrupta de escolhas. Fazemos escolhas todo tempo, desde as mais simples e automáticas, até as mais complexas. O
resultado dessas decisões cedo ou tarde aparece nas nossas vidas! Com vitórias ou fracassos. E quanto mais vivemos mais nos tornamos conscientes disso.
Muitas vezes de forma cruel a vida nos ensina. Não culpemos o destino ou até mesmo Deus por não sermos felizes como desejaríamos ser. Analisemos as nossas escolhas e o que temos hoje. Quem sabe aprendamos a dar mais valor a vida ,ao que temos e a nós mesmos.



sexta-feira, 16 de junho de 2017

MAR DA VIDA Profª Lourdes Duarte.



MAR DA VIDA
Profª Lourdes Duarte.


Sobre a amplidão das águas do mar profundo
Ouço o burburinho das águas transbordantes
Como uma canção que surge das profundezas
Por toda minha vida a minha alma atordoando.


Céu e mar no horizonte se encontram
Como um tenuíssimo véu, vem a neblina a ofuscar
O brilho das estrelas que no céu ressurge
O vento sopra, a lua pálida
No horizonte a despontar.


O céu, o mar, minha barca, a saudade e eu
Contemplo o horizonte envolto na escuridão
Sobre o borbulho das ondas do mar bravio
Ressurgem os sonhos não vividos
Como rastros meus... Só meus.


Navego no mar da vida, quanto mais me afasto
Vou sentindo mais luz no meio da escuridão
Mesmo com neblinas ofuscando meu olhar
Vejo sobre a amplidão do céu estrelas a brilhar.


Nostálgico e remoto o mar com ondas a gemer
Contemplo a tristeza da lua no alto do céu
Ouço o queixume do vento, sob o fulgor do firmamento
Como uma tempestade que anuncia aos navegantes
Desta náu, que me afasta da terra.


Navego,  com meus sonhos e tormentos
Acariciado por amarga nostalgia,
Embora tudo pareça triste e melancólico
Nada mais é que viver de fantasias.








quinta-feira, 15 de junho de 2017

ERRAR É HUMANO Profª Lourdes Duarte



ERRAR É HUMANO
Profª Lourdes Duarte


      Errar é característica especialmente humana. Somos nós que, além de simplesmente estarmos vivos, pensamos, arriscamos, confundimos, duvidamos, tememos, damos passos em falso e, caímos e levantamos.

Sem dúvida que errar não é fundamental na nossa vida apesar de que erramos muito. Contudo, ninguém alcança os seus objetivos e chega ao sucesso tão almejado sem passar por eles, assim como, sem passar pelos fracassos e os erros não atingiremos nossos objetivos pois com eles aprendemos mais e nos fortalecemos mais.

Devemos aprender com os erros dos outros e muito mais com os nossos. Persistir no erro é burrice, jamais sabedoria!


segunda-feira, 12 de junho de 2017

FESTAS JUNINAS NO NORDESTE

FESTAS JUNINAS NO NORDESTE



No Brasil, desde pelo menos o século XVII, no mês de junho, comemoram-se as chamadas “Festas Juninas”, que possuem esse nome por estarem associadas ao referido mês. Sabemos que, além daquilo que tipifica tais festas, como trajes específicos, comidas e bebidas, fogueiras, fogos de artifício e outros artefatos feitos com pólvora (como bombinhas), há também a associação com santos católicos, notadamente: São João, Santo Antônio e São Pedro. Mas quais são as raízes das festas juninas?
Os pesquisadores especializados em festividades e rituais costumam apontar as origens das festas juninas nos rituais dos antigos povos germânicos e romanos. Os povos que habitavam as regiões campestres, na antiguidade ocidental, prestavam homenagens a diversos deuses aos quais eram atribuídas as funções de garantir boas plantações, boas colheitas, fertilidade etc. Geralmente, tais ritos (que possuíam caráter de festividade) eram executados durante a passagem do inverno para o verão, que, no centro-sul da Europa, acontece no mês de junho.
Esses rituais implicavam o acendimento de fogueiras e de balões (semelhantes aos que hoje são feitos com papel de seda), entre outros modos de comemorações, como danças e cânticos. Na transição da Idade Antiga para a Idade Média, com a cristianização dos romanos e dos povos bárbaros, essas festividades passaram a ser assimiladas pela Igreja Católica, que, como principal instituição do período medieval, soube também diluir o culto aos deuses pagãos do período junino e substituí-los pelos santos.
A religiosidade popular absorveu de forma muito profunda essa mistura das festividades pagãs com a doutrina cristã. Nas regiões do Sul da Europa, sobretudo na Península Ibérica, onde o catolicismo desenvolveu-se com muita força no fim da Idade Média, essas tradições tornaram-se plenamente arraigadas. Com a colonização do Brasil pelos portugueses a partir do século XVI, as festividades juninas aqui foram se estabelecendo, sem maiores dificuldades, e ganhando um feitio próprio.
As comemorações das festas juninas no Brasil, além de manterem as características herdadas da Europa, como a celebração dos dias dos santos, também mesclaram elementos típicos do interior do país e de tradições sertanejas, forjadas pela mescla das culturas africana, indígena e europeia. Sendo assim, as comidas típicas (como a pamonha), as danças, o uso de instrumentos musicais (como a viola caipira) nas festas, etc., tudo isso reflete milênios de tradições diversas que se imbricaram. Por Me. Cláudio Fernandes


De acordo com a região em que são feitas, elas adquirem tradições diferenciadas. Em alguns estados brasileiros, por exemplo, as festividades chegam a durar o mês todo, principalmente nas cidades de Caruaru (PE) e Campina Grande (PB), que ganharam o título de maior São João do Mundo. Ao viajar para Caruaru, os turistas encontrarão a Vila do Forró, uma cidade com casas coloridas, estabelecimentos comuns de cidade pequena, atores que encenam o dia a dia da população e o maior cuscuz do mundo.


Principais Comidas Típicas de Festa Junina
Pamonha Curau Cuscuz Canjica Bolo de milho Pipoca Arroz doce Caldos (Caldo Verde ou Feijão) Cocada Pé de moleque Paçoca Pinhão Cozido Amendoim doce Maçã-do-amor Bolo de fubá.
Ingredientes mais utilizados
- Milho;
- Arroz;
- Coco;
- Amendoim;
- Maçã.


Pratos Típicos de Festa Junina
Pamonha
A famosa pamonha pode ser consumida em qualquer período do ano, mas são nos dias de festa junina que ela faz muito sucesso. Doce ou salgada, com temperos diversos como pimenta, queijo ou linguiça calabresa é só escolher. A receita é feita com um dos principais ingredientes utilizados para a criação de diversas comidas, o milho.


Cuscuz
Também feito com milho ou farinha de tapioca, o cuscuz é um prato popular, principalmente no nordeste, e não faz sucesso apenas em festas juninas. Existem diversas variações do prato, por exemplo, em São Paulo, os paulistas consomem o cuscuz paulista.


Pipoca
A pipoca são grãos de milho estourados na panela e é um dos itens que não pode faltar na festa junina e pode ser servida doce ou salgada.


Arroz Doce
O arroz doce é um receita criada com arroz e leite, muito tradicional, e pode ser acrescentado leite condensado, canela, cravo e raspas de limão.

Paçoca


Maçã do Amor
A maçã do amor é um doce típico romântico bem simples, sendo o tradicional mergulhado na calda de açúcar. Foi criada pelo espanhol Antonio Farre Martinez e patenteada em 1959. Surgiram novas variações da maçã com calda de chocolate, granulado e outras delícias. 

Até a uva do amor foi incluída na história.


Bolos Diversos
O bolo de fubá é um dos mais requisitados nessas comemorações, ele é produzido com milho e pode ser consumido com uma xícara de café. Outros tipos são o Bolo de Aipim, Milho e Mandioca.


Cocada
Com diversos sabores, a cocada é um doce de festa junina, feito com coco ralado, ovos, leite de coco, rapadura e leite condensado. Para deixá-la diferente, durante a preparação, pode-se acrescentar polpa de




 frutas.


Canjica
A canjica, também chamada de mingau de milho branco ou curau, é um prato popular feito com leite comum ou leite de coco, milho branco ou verde ralado e açúcar.
Haja tentação!
Boas festas!


domingo, 11 de junho de 2017

EU TE AGRADEÇO MEU DEUS POR MAIS UM ANO DE VIDA! Profª lourdes Duarte




EU TE AGRADEÇO MEU DEUS POR MAIS UM ANO DE VIDA!
Profª Lourdes Duarte


Mais um ano de vida se passou. Mais um ano eu vivi. Completei mais um ciclo e agora estou começando um novo, e por isso meu coração se enche de alegria e gratidão infinitas a Deus pelo presente que é viver.

Sou feliz porque posso desfrutar desta maravilhosa dádiva que é a vida. Chegar aos 65 anos com lucidez, forças para vencer as dores, coragem para trabalhar, sonhando e indo em busca dos meus sonhos com alegria e sem me acovardar diante das dificuldades é uma dádiva.


Costumo dizer, não tenho vergonha da minha idade, ao contrário, considero um verdadeiro presente de Deus. Amo a vida e se tivesse vergonha dos anos vividos, teria vergonha de estar viva.

Estou feliz porque me permites explorar todas as possibilidades de viver essa vida. E tudo isso eu devo a Ti, meu Deus, a quem humildemente e de coração agradeço.
 Seja feita a tua vontade Senhor meu Deus!