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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O QUE A ESCOLA DEVE SABER E FAZER PARA DETER O BYLLYNG


O que a escola deve saber e fazer para deter o bullying

Cléo Fante

Programas antibullying devem envolver um conjunto de estratégias interventivas e preventivas, com a participação de toda a comunidade escolar e a inserção no projeto pedagógico.
Os valentões estão por toda parte à espreita de um alvo ideal para agredir, manipular, dominar — nas famílias, nas empresas, nas escolas, nos mais diversos contextos sociais. O desejo de poder, aceitação e status social no grupo somado à ausência de limites, respeito, tolerância e empatia têm produzido em larga escala a violência contra determinadas pessoas ou grupos. No entanto, por falta de conhecimento ou precipitação, muitos estão relacionando tais comportamentos ao bullying, sejam atos de opressão e agressão, críticas sobre atuação de atletas, artistas e políticos, sejam problemas familiares, ambientais e estruturais.
Bullying não é isso que muitos insistem em divulgar. A generalização tem comprometido o entendimento do fenômeno e, por conseguinte, sua identificação, acompanhada de intervenção e procedimentos adequados.
Portanto, não se deve confundir com bullying a ação dos valentões no meio familiar, sendo esta tipificada como violência doméstica ou intrafamiliar. O mesmo ocorre em relação ao ambiente laboral, onde a ação dos valentões é tipificada como assédio moral. Ações agressivas ou violentas contra grupos específicos podem ser exemplificadas como xenofobia, homofobia, cristofobia, etc.
Identificar o bullying entre os alunos não é tarefa simplesNo ambiente escolar não é diferente. O termo bullying também vem sendo utilizado nas mais diversas situações que envolvem docentes e discentes. Não raro, é empregado em situações de indisciplina, conflitos, desacato ao professor, brincadeiras inconsequentes ou inconvenientes, incivilidades, depredações e pichações de prédios e até mesmo quando determinados alunos são corrigidos ou disciplinados pelos profissionais da escola.
Esse termo deve ser empregado para exemplificar comportamentos agressivos ou violentos entre pares, independentemente de estarem iniciando a escolaridade ou concluindo a universidade. A definição amplamente aceita diz que tal prática compreende todas as atitudes agressivas, intencionais e repetitivas que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e sofrimento, sendo executadas em uma relação desigual de poder, tornando possível a intimidação da vítima.
Embora sua identificação seja mais comum no ambiente escolar, também ocorre em outros espaços fora da escola frequentados pelos jovens, como ambientes virtuais, escolas de idiomas, de futebol, academias, shopping centers, clubes e condomínios residenciais, entre outros. Se o bullying não for compreendido, tenderá a se tornar um problema social de difícil solução, como vem ocorrendo nos Estados Unidos, onde já é considerado pelas autoridades americanas como uma grave crise e classificado pelas entidades de defesa dos direitos humanos como um problema sem solução.
Identificar o bullying entre os alunos não é tarefa simples, por se tratar de uma forma de violência bastante específica. Muitas vezes, os ataques não podem ser visualizados, ou seja, são desprovidos de materialidade, e as vítimas não têm como comprová-los, o que gera incompreensões e inconformismos. O autor pode utilizar formas mais veladas e silenciosas, como gestos, olhares, expressões fisionômicas, bilhetes com mensagens humilhantes ou ameaçadoras, além dos ataques virtuais, que costumam ocorrer onde não há a supervisão dos adultos.
Os estudos internacionais têm demonstrado que os meninos são os maiores praticantes de bullying, utilizando-se mais da agressão direta, física e verbal, enquanto as meninas utilizam-se da agressão indireta, por meio de ofensas morais e exclusão social. Outra diferença que deve ser destacada é que as meninas costumam atacar em grupos, enquanto os meninos agem individualmente. Em geral, há uma “líder ou mentora” que planeja e dá início ao processo de vitimização, respaldada por um círculo social que a incentiva e auxilia. A vítima é sempre rechaçada por suas colegas, e o objetivo é eliminá-la do convívio social. Para isso, comumente se observam fofocas, comentários maldosos, xingamentos e mentiras. Contudo, ainda que em menor grau, as meninas também se utilizam de maus-tratos físicos.
Muitas vezes, os ataques não podem ser visualizados, e as vítimas não têm como comprová-losPara identificar o bullying, é necessário reconhecer seus critérios e diferenciá-lo daquilo que faz parte do processo de socialização ou de algo natural da infância e da adolescência. Não é bullying o ato de fazer brincadeiras pontuais engraçadas, inconsequentes ou irritantes. Não é bullying a emissão de comentários ou opiniões divergentes, discussões ou brigas, entre outras possibilidades inerentes às relações interpessoais. Não são bullying os conflitos ou ofensas pontuais, que resultam em mágoa ou raiva passageira.
Para que uma ação seja diagnosticada como bullying, é imprescindível que contenha os seguintes critérios: repetição das agressões contra o mesmo alvo, desequilíbrio de força ou poder entre as partes, intencionalidade nas práticas agressivas, ausência de motivos por parte das vítimas e prejuízos resultantes.
As consequências do bullying afetam a todos os envolvidos. Dependendo da gravidade da exposição e das características individuais daquele que é exposto, bem como de suas relações com os meios em que vive, principalmente quanto ao suporte familiar e escolar, ele conseguirá superar ou não o trauma da vitimização. Quando isso não for superado, a vítima poderá isolar-se socialmente, como estratégia de evitar as agressões ou de fugir do problema. Pode apresentar na vida adulta dificuldades relacionais, insegurança, ansiedade, baixa autoestima, nervosismo, agressividade, apatia, sintomas depressivos e fobias. Algumas vítimas tendem a reproduzir a vitimização no local de trabalho, praticando o assédio moral, ou na família, praticando a violência doméstica ou intrafamiliar.
Estudos têm demonstrado que as consequências recaem tanto sobre as vítimas quanto sobre os autores, e seus efeitos são observados a longo prazo. No caso de manterem o comportamento agressivo, os opressores terão problemas no futuro no que concerne ao desenvolvimento e à manutenção de relações positivas. Os agressores, por sua vez, terão maior tendência para comportamentos de risco do que seus colegas não agressores, podendo envolver-se no consumo de tabaco, álcool e drogas.
O comportamento agressivo pode solidificar-se com o tempo, comprometendo as relações afetivas e sociaisPor outro lado, o comportamento agressivo pode solidificar-se com o tempo, comprometendo as relações afetivas e sociais, além da aprendizagem de valores humanos, como a solidariedade, a empatia, a compaixão, o respeito a si mesmo e ao outro, o que afetará as diversas áreas de sua vida. Muitos tendem à depressão, ao suicídio, à autoflagelação, ao envolvimento em delinquência, ao abuso de drogas e à criminalidade. Futuramente, também podem cometer violência doméstica e assédio moral no trabalho.
Para saber se um aluno é vítima de bullying, deve-se primeiramente observar seu comportamento e seu envolvimento. É preciso cautela para não rotular ou se precipitar na identificação. A vítima costuma retrair-se ou isolar-se socialmente. Apresenta comportamento ansioso, deprimido ou irritadiço. Falta com frequência às aulas, sem justificativas convincentes. Perde a concentração e o entusiasmo pelos estudos, podendo ter uma queda acentuada no rendimento escolar, além de queixas frequentes de dores (como de cabeça e de estômago) e de febre, o que o faz pedir para sair mais cedo ou ausentar-se das aulas.
Da mesma forma, para saber se um aluno pratica bullying, é necessário observar seu comportamento. Mais uma vez, é preciso ter cautela para não se deixar levar por estereótipos ou equívocos na identificação. Em geral, o praticante apresenta características peculiares de comportamento que o diferenciam dos demais colegas, como irritabilidade, agressividade e impulsividade. Suas atitudes abusivas, intimidadoras e prepotentes despertam a atenção dos adultos da escola. Precisa sentir-se notado, chamar a atenção para si, conquistar popularidade e temor. Está constantemente envolvido em confusões e desentendimentos; subjuga, domina, constrange, humilha e persegue os mais tímidos e vulneráveis. Desafia, desrespeita, provoca, perturba o ambiente escolar e irrita seus colegas. Pode ter maior estatura e força física do que a vítima, o que certamente lhe facultará a dominação. Todavia, pode ter menor estatura e força física, porém emocional e socialmente pode estar em vantagem, já que muitos do grupo apoiam suas ações.
Antes de tratar o tema com os alunos, recomendo que os docentes informem-se sobre o assunto. As escolas devem implantar programas antibullying, compostos por um conjunto de estratégias interventivas e preventivas, contemplando a participação de toda a comunidade escolar e a inserção em seus projetos pedagógicos. Quanto mais cedo a criança aprender valores condizentes com uma cultura de paz, mais cedo saberá respeitar as diferenças e conviver com elas.
 
  • Cléo Fante é pedagoga, historiadora e vice-presidente do Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar (Cemeobes).
    cleofante@terra.com.br
Fonte de pesquisa: http://www.grupoa.com.br/site/revista-patio/artigo/

Artigo páginas 25-27

terça-feira, 28 de agosto de 2012

CYBERBULLYING: INFERNO NA INTERNET.

  

Pesquisando sobre a prática do BULLYING na escola, este texto me chamou atenção. Sabemos que  o bullying é uma prática antiga e que não acontece só na escola.

O Bullying acontece em qualquer camada social e  tanto na infância como na adolescência e até na vida adulta resultando em agressões físicas e verbais, quanto mais precoce for contido esse problema de comportamento, melhor será a reabilitação em sociedade desse indivíduo.Muitas vezes nos esquecemos do cyberbullying que muitas vezes quando acontece e deixa sequelas  terríveis  no  indivíduo que é atacado. Esse texto nos alerta para isso.


 O texto não é da minha autoria, citarei a fonte de pesquisa.

 
Cyberbullying: inferno na internet

A prática do cyberbullying, ou intimidação virtual, representa um dos maiores riscos da internet para 16% dos jovens brasileiros conectados à rede, segundo pesquisa realizada em fevereiro pela Safernet, ONG de defesa dos direitos humanos na internet. As consequências dos ataques são tão graves quanto o bullying. "Acho que é até pior porque não dá para saber quem é o agressor, e a fofoca se espalha muito mais rápido", diz Giuliana Frugis, 13.
A humilhação virtual acontece de várias maneiras - com xingamentos e invasões nas páginas pessoais, montagem de fotos e vídeos e até mensagens. A internet também pode ser usada para troca de ofensas e para marcar brigas. A mais nova mania virtual, o www.formspring.me, é um prato cheio para o bullying. No site é possível fazer todo tipo de pergunta para o internauta, sem ter de se identificar. "Espalharam boatos meus na escola. Não sabia o que fazer, como agir", conta Caroline Figueiredo, 14.
Quem for vítima de cyberbullying deve reunir provas (como cópias de e-mails e mensagens) e levá-las a uma Delegacia de Crimes Eletrônicos (o telefone da de São Paulo é 2271-7030) ou a comum. Se for comprovado, o acusado (mesmo que tenha menos de 18 anos) é punido pelo que fez.



Por que acontece tanto?


"Quem faz isso é inseguro e quer se mostrar. O problema é que tem plateia, por isso, não para", afirma Guilherme Malavaze, 16. De acordo com especialistas, os agressores apresentam insegurança, impulsividade, irritabilidade, intolerância, insensibilidade, necessidade de chamar a atenção e ser popular, dificuldade de adaptação e de cumprir regras. "Isso pode ocorrer por vários motivos, como sofrer ou presenciar violência doméstica", explica a psicóloga Leila Tardivo.
Já a vítima, em geral, apresenta timidez, passividade, dificuldade de se impor ou se defender, insegurança, sensibilidade, característica que a diferencia dos demais, baixa autoestima e ansiedade. Professores também sofrem ou praticam o bulliyng. Agressor ou vítima, não importa, os dois precisam de ajuda. "Se a pessoa não contar o que está acontecendo, não vai acabar. Precisa ter coragem e denunciar", fala Rebeca Fazzani, 15.
Se nada for feito até a adolescência, as agressões podem provocar um trauma para a vida toda. "Os dois crescem adultos complicados. Quem sofreu bul- lying, inclusive, pode se tornar um agressor em potencial." O número de telefone 100 é serviço de denúncia nacional, anônima e gratuita.
LEI E PREVENÇÃO - "Conversar sobre o assunto é um bom passo. A pessoa não pode sofrer sozinha", afirma Asaph Bispo, 17. De acordo com a psicóloga Cleo Fante, no Brasil ainda não há leis específicas contra o bullying, como ocorre na Noruega, Coréia, Sri Lanka, Finlândia e Estados Unidos. No Reino Unido, por exemplo, crianças podem ser responsabilizadas criminalmente a partir de 10 anos. As escolas são obrigadas a ter um plano contra isso, com normas claras.
No Brasil, o bullying é considerado infração pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. No entanto, os pais dos agressores com menos de 18 anos é que são responsabilizados criminalmente. Os filhos são punidos com medidas socioeducativas, como advertência e prestação de serviços à comunidade.
A escola também pode responder pelo crime se ficar provado que não tomou providências. No Distrito Federal, um colégio teve de pagar indenização à família que o acusou de não fazer nada para impedir o assédio contra o filho.


 Fonte: Diário Online

Contato:
redacao@vooz.com.br
Keywords: Violência, escolas, educação, bullying


 http://www.vooz.com.br/noticias/como-acabar-com-o-bullying-nas-escolas-33168.html

fotos: Cópias da internet.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

BULLYING: DIGA NÃO! FAÇA A SUA NOVA ESCOLA.POR QUE OS AGRESSORES AGEM ASSIM?



O Bullying é um problema muito sério. Este tipo de comportamento pode fazer com que crianças e jovens se sintam magoados, assustados, doentes, solitários, envergonhados e tristes. Os “bullies” ou agressores podem bater, chutar, empurrar ou ainda podem falar mal, ameaçar, colocar apelidos maldosos ou intimidar as pessoas. Um agressor pode espalhar boatos mentirosos sobre alguém através do cyber bullying, pegar as coisas de outras crianças, tirar sarro de alguém ou deixar alguém de fora do grupo de propósito.  Alguns agressores ameaçam as pessoas para tentar fazer com que elas façam coisas que elas não querem fazer.

Bullying não é brincadeira
O Bullying é um problema enorme que afeta muitas crianças. Um terço de todas as crianças diz que já foi alvo de bullying. Ser alvo de bullying faz com que as crianças se sintam muito mal. O stress de ter que lidar com os agressores faz com que as crianças e jovens se sintam doentes.
A prática do Bullying faz com que as crianças não queiram brincar fora de casa ou ir para a escola. É difícil se concentrar nas tarefas escolares quando você está preocupado com a maneira como você vai ter que enfrentar o seu agressor. O Bullying aborrece todo mundo — e não somente as crianças que são os alvos. O Bullying pode fazer da escola um local assustador e pode ocasionar mais violência e mais stress para todo mundo.
O Bullying na internet ou cyber bullying é tão perigoso e assustador quanto a prática do bullying feita dentro das salas de aula.

Por que os Agressores agem assim?

Alguns agressores querem atenção. Eles podem achar que praticando o bullying vão ser populares ou vão conseguir o que querem. A maioria dos agressores quer se sentir importante. Quando eles intimidam outra pessoa, isto pode fazer com que eles se sintam poderosos e fortes.
Alguns agressores vêm de famílias onde todo mundo está sempre bravo e gritando. Provavelmente eles pensam que ficar bravo, usar palavrões e empurrar as pessoas é um jeito normal de agir. Alguns agressores simplesmente copiam o que vêem outra pessoa fazendo. Alguns também já foram alvos de bullying
Às vezes os agressores sabem que o que eles estão fazendo ou falando magoa as pessoas. Mas alguns agressores podem não ter idéia do quanto suas atitudes podem ser dolorosas para os outros. A maioria dos agressores não entende ou não se importa com os sentimentos dos outros.
Os agressores freqüentemente escolhem um alvo sobre o qual acreditam ter poder. Eles podem escolher crianças que se aborrecem facilmente ou que têm dificuldade para se imporem. Quando alguém tem uma forte reação, os agressores sentem que conseguiram o poder que queriam ter sobre aquela pessoa. Algumas vezes os agressores escolhem alguém que é mais inteligente do que eles ou que é diferente deles de alguma forma. Algumas vezes os agressores intimidam uma criança sem motivo algum.

Bullying: o que fazer?

A boa notícia é que crianças e jovens que são agressores podem aprender a mudar suas atitudes. Professores, coordenadores, orientadores e os pais podem ajudar. Os agressores podem mudar se eles aprenderem a usar os seus poderes de maneiras positivas e com respeito.  Por fim, se os agressores vão decidir mudar suas atitudes ou não, é uma escolha deles. Alguns agressores se tornam pessoas incríveis. Outros não aprendem nunca.
A melhor maneira de se eliminar o Bullying é promover o diálogo aberto, transparente e honesto sobre questões que oprimem jovens e crianças e criar assim uma nova escola!

Publicado em Escolas | Etiquetado agressores, apelidos, Bullying, intimidar .

BULLYING- COMO SOLUCIONAR?




 

 
A idéia de se trabalhar com o preconceito e o bullying de uma forma pró-ativa surgiu da parceria com instituições americanas que já lidam com está prática há muito tempo.
O sucesso já atingido pelo trabalho no Brasil permite o reconhecimento de mudanças importantes de atitude em decorrência do aprendizado adquirido.
Drogas, abuso do álcool, bulimia, fumo, bullying, cyber bullying, gangues, violência. Estes são, na verdade, sintomas de um problema ainda maior: a solidão.
O programa ajuda os jovens a se conhecerem melhor e a criarem vínculos de afetividade através de atividades que permitem mudanças realistas de suas atitudes.
Os alunos e educadores das escolas e universidades que participam do programa têm a oportunidade única de poderem compartilhar de seus medos, fraquezas, histórias de vida e sentimentos com amigos e colegas de uma forma aberta, honesta e transparente que oportuniza a sensibilização do grupo e a extinção de comportamentos violentos. O programa também pode ser desenvolvido em empresas.
Através de vivências marcantes e interativas, o programa leva adolescentes e adultos a uma exploração, cuidadosamente desenvolvida, sobre as formas como as pessoas se separam umas das outras, mostrando ao mesmo tempo como interromper este processo e começar a criar vínculos de afetividade e respeito em uma nova escola.
Os objetivos maiores do programa desenvolvido são: auxiliar no aumento da auto-estima e valorização do ser humano; mudar a pressão negativa sofrida pelos jovens em seus grupos para que estes se tornem um local de apoio e segurança; eliminar o conformismo com a colocação de apelidos, bullying, cyber bullying e todas as formas de violência, transformar o ambiente hostil em um local aonde professores e alunos se sintam seguros e cidadãos de uma nova escola.


Publicado em Escolas | Etiquetado Bullying, conflitos, cyber bullying, solução .
 

quarta-feira, 27 de junho de 2012

FRASES SOBRE BULLYING.

FRASES SOBRE O BULLYING.



Bullying:  hoje você é o caçador, amanhã será você a caça.( Jaqueline Freire)


 O bullying é uma flecha, se você criar um escudo ele não te acertará. ( ANÔNIMO)

Gica disse: BULLLYNG

Bullying é  DISCRIMINACAO 

E AGIR EM SUA VONTADE E TENTAR FAZER O PIOR AO OUTRO. diga não  bullying pois bullying não é  brincadeira é  agressão física e moral a todos!!!!!!!

 bullying nao é  brincadeira é  agressao fisica e moral a todos!!!!!!!





 O bullying divide-se em duas categorias:
 bullying indireto, também conhecido como agressão social
O bullying direto é a forma mais comum entre os agressores, entretanto nem um dos dois presta!!( Desconhecido)

"O bullying não traz felicidade, só traz tristeza ao coração."(Tatiele )

"Vamos acabar com o bullying.Não vamos viver no inferno. Vamos fazer a diferença. Somos 
imperfeitos."(Gabriel Guedes )

"O bullying não compensa, só leva a violência." (Alissan )

"Não sofra bullying, denuncie." (Robson )

"Se for vítima de bullying, não aceite, procure ajuda" (Thiélem F. Padilha )

"Porque fazer o jogo do bullying? Ele não é legal!" ( Barbara Farias )

"O bullying não tá com nada, sai daí garotada!" ( Matheus Santos )

" Bullying não pode continuar, o bullying tem que acabar." ( Mirela )

"Sem violência, sem bullying o mundo seria bem melhor" ( Alessandra Duarte )


Bullying é mostrar nos outros, o seus próprios defeitos...

Bullying é a covardia de se esconder através de xingamentos ao próximo...


 http://jogarja.blogs.sapo.pt/48945.html