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quinta-feira, 31 de maio de 2012

TESTE: QUEM VOCÊ É.


TESTE: QUEM É VOCÊ?


Faça este teste... e envie isto a seus amigos, e os deixe saber quem é você.
Não espie, mas comece o teste e veja abaixo a resposta.
Respostas são para quem você é agora ...não para quem você foi no passado.
Tenha caneta ou lápis e papel pronto.
Este é um teste real dado pelas Depto. de Relações Humanas de muitas grandes empresas hoje em dia. Ajuda entender melhor o que interessa aos empregados deles e empregados de potencial.
São só 10 perguntas simples, assim...

Pegue um lápis e papel, e marque as respostas. Tenha certeza de mudar o assunto do e-mail  escrevendo o SEU total. Quando você terminar, passe adiante isto para todos que conheça, e também envie isto à pessoa que lhe enviou.
Tenha certeza de pôr SUA contagem na caixa de assunto.

Pronto?? Comece...

1. Quando você sente seu melhor?
(a) pela manhã
(b) durante a tarde e final de tarde
(c) tarde da noite

2. Você normalmente caminha
(a) bastante rápido, com passos longos,
(b) bastante rápido, com passos curtos e ligeiros,
(c) menos rápido e cabeça para cima, olhando o mundo de frente
(d) menos rápido, com a cabeça para abaixo
(e) muito lentamente

3. Ao falar com pessoas você
(a) fica de pé com seus braços dobrados
(b) fica com suas mãos apertadas (fechadas)
(c) com uma ou ambas mãos em seus quadris
(d) toca ou empurra a pessoa a quem você está falando
(e) brinca com sua orelha, toca seu queixo, ou alisa seu cabelo

4. Ao relaxar, você se senta com
(a) seus joelhos dobrados juntos lado a lado com suas pernas
(b) cruza suas pernas
(c) com suas pernas esticadas ou abertas
(d) uma perna debaixo de você

5. Quando algo realmente o fizer rir, você reage com
(a) uma gargalhada,
(b) uma risada, mas não muito alta
(c) um quieto riso
(d) um sorriso embaraçado

6. Quando você vai para uma festa ou reunião social você..
(a) faz uma entrada chamativa assim todo o mundo o nota
(b) faz uma entrada quieta, enquanto procura conhecidos
(c) faz uma entrada mais quieta, tentando ficar desapercebido

7. Você está trabalhando muito firme, muito concentrado, e te interrompem.  Você:
(a) dá boas vindas à interrupção
(b) fica extremamente irritado
(c) varia entre este dois extremos

8. O qual das cores seguintes você gosta mais?
(a) vermelho ou laranja
(b) preto
(c) amarelo ou azul claro
(d) verde
(e) escuro azul ou roxo
(f) branco
(g) marrom ou cinza

9. Quando você já está na cama, nesses últimos momentos antes de ir dormir, você deita
(a) reto de costas
(b) reto de bruços
(c) em seu lado, ligeiramente curvo
(d) com sua cabeça em um braço
(e) com sua cabeça debaixo das cobertas

10. Você freqüentemente sonha que você está
(a) caindo
(b) lutando ou discutindo
(c) procurando algo ou alguém
(d) voando ou flutuando
(e) você normalmente não tem sonhos (não lembra)
(f) seus sonhos sempre são agradáveis

PONTOS:
1. (a) 2
    (b) 4
    (c) 6

2. (a) 6
   (b) 4
   (c) 7
   (d) 2
   (e) 1

3. (a) 4
   (b) 2
   (c) 5
   (d) 7
   (e) 6

4. (a) 4
   (b) 6
   (c) 2
   (d) 1

5. (a) 6
   (b) 4
   (c) 3
   (d) 5
   (e) 2

6. (a) 6
   (b) 4
   (c) 2

7. (a) 6
   (b) 2
   (c) 4

8. (a) 6
   (b) 7
   (c) 5
   (d) 4
   (e) 3
   (f) 2
   (g) 1

9. (a) 7
   (b) 6
   (c) 4
   (d) 2
   (e) 1

10.(a) 4
   (b) 2
   (c) 3
   (d) 5
   (e) 6
   (f) 1

Agora some o número total de pontos.

MAIS DE 60 PONTOS:
Outros o vêem como alguém que eles deveriam tomar cuidado, que você é visto como vaidoso, egocêntrico, e que é extremamente dominante. Outros podem admirá-lo, desejando que eles poderiam estar mais como você, mas não confiam sempre em você, hesitando de se tornarem muito envolvidos com você.

51 A 60 PONTOS:
Outros o vêem como uma pessoa animada, de personalidade altamente volátil, bastante impulsiva; um líder natural que é rápido tomar  decisões entretanto não sempre certa. Eles o vêem como tipo arrojado e aventureiro, alguém que tentará qualquer coisa uma vez; alguém que se  arrisca e desfruta uma aventura. Eles gostam de estar em sua companhia  por causa da
excitação você irradia.

41 A 50 PONTOS:
Outros o vêem como vivo, encantador, divertido, prático, e sempre interessante; alguém que constantemente está no centro da atenção, mas suficientemente sensato não deixar isto subir para a cabeça. Eles também o vêem como amável, considerado, e compreensivo; alguém que sempre os animará e os ajudará.

31 A 40 PONTOS:
Outros o vêem como sensato, cauteloso, cuidadoso e prático. Eles o vêem como inteligente, talentoso, ou abençoado, mas modesto... Uma pessoa que não faz os amigos muito depressa ou facilmente, mas alguém que é extremamente leal aos amigos, e que espera a mesma lealdade em retorno. Esses que realmente conseguem sabem que é difícil abalar sua confiança em seus amigos, mas igualmente que leva muito tempo para superar isto se aquela confiança foi quebrada.

21 A 30 PONTOS:
Seus amigos o vêem como diligente e nervoso. Eles o vêem como muito cauteloso, extremamente cuidadoso. Realmente os pega de surpresa se você faz algo impulsivamente ou no afã do momento, esperando que você examinasse tudo cuidadosamente de todos os lados e então, normalmente, decide contra isto. Eles pensam que esta reação é causada em parte por sua
natureza cuidadosa.

ABAIXO DE 21 PONTOS:
As pessoas pensam que você é tímido, nervoso, e indeciso, alguém que precisa pensar mais, que sempre quer que outra pessoa tome as decisões e que  não quer se envolver com qualquer um ou qualquer coisa. Eles o vêem como um preocupado que sempre vê problemas que não existem. Algumas pessoas pensam  que você é enfadonho. Só os que conhecem bem sabem que você não é.


Agora passe adiante isto para todos que conhece,  tendo certeza de pôr SUA contagem na caixa de assunto! 


Postado no BLOG: 
 lizluz@gmail.com

TESTE DO ÔNIBUS

TESTE DO ÔNIBUS 

Aos meninos do Pré-Escolar fizeram a seguinte pergunta:

"Em que direção está viajando o ônibus que se mostra mais abaixo?"




Olhe cuidadosamente o desenho.


Sabe a resposta?

As únicas possíveis respostas são "esquerda" ou "direita"




Pense...



Segue sem saber?




Ok, vou dizer...


Todos os pré-escolares responderam :"esquerda".

Quando perguntaram: "Por que vocês acham que o ônibus está viajando para a esquerda?"


Todos, sem exceção, responderam :

"Porque não se pode ver a porta".

Você está se achando burro ?

Eu também !


Postado no BLOG: 
 lizluz@gmail.com

CONHEÇA UM POUCO DE VOCÊ.


RABISCANDO A TOA ( Autor desc.)

Junto do seu telefone deve ter um bloquinho cheio de rabiscos. Preste atenção neles. Você vai ficar surpreso (a) com algumas revelações que anda largando por aí.


 
"Espirais: Quem fica desenhando espirais não gosta de ficar sozinho. Desenhos assim são feitos, geralmente, por pessoas que gostam de se destacar no grupo e batalham para ter alguma função em qualquer lugar, em qualquer turma". 

 
"Flores: Se você, vira e mexe, desenhar flores, é uma pessoa sensível. Seu jeito meio maternal deve fazer muito sucesso entre sobrinhos, primos menores".
"Setas: Desenhar setas significa alguma idéia fixa. Se elas apontarem para baixo ou para esquerda, elas falam de alguma coisa que já passou. Se elas apontarem para a direita, indicam futuro. Se as setas apontarem para cima, você deve estar entediado (a) e é bom se programar direitinho para o próximo fim de semana".


 
"Olhos: Você é curioso (a) ou está procurando alguma solução para um problema se desenhar olhos. O sentido do olhar também é importante: para a esquerda, indica algo no passado; para a direita, mira o futuro. Se você tiver desenhado olhos fechados, é provável que não esteja querendo enfrentar uma situação ou não queira admitir algo cruel sobre si mesmo".


"Círculos: O hábito de desenhar círculos indica que você é uma pessoa que se completa, mas gosta de passar bastante tempo com as pessoas. No entanto, se são vários círculos que se sobrepõem, você gosta de ficar na sua. Pode ser, também, que esteja tentando guardar um segredo. Se você costuma completar o círculo cuidadosamente, deve já ter-se dado mal ao se abrir com os outros e, agora, tenta se fechar mais". 

 
"Pessoas: Se você gostar de desenhar caras e bocas, tudo indica que se sinta bem ajustado (a) ao seu mundo. As expressões dessas figuras que surgem do nada também revelam como você está se sentindo. Ou seja: quem está contente desenha pessoas felizes. Se em vez disso, o que surgem no papel são figuras esquisitas, fantasmas, algo deve estar pegando na sua vida".

 
"Nomes: Se você não parar de escrever seu próprio nome, pode ser um jeito inconsciente de demonstrar que está triste ou se sentindo rejeitado(a) pelos outros. Mas pode também significar que você anda muito preocupado (a) consigo mesmo e, que nesse momento, nada mais importa".





"Cubos: Desenhar cubos revela uma pessoa que nada tem de preguiçoso(a). Pelo contrário: você é criativo (a), motivado (a) e gosta de pôr a mão na massa, de participar. Desenhar um cubo dentro do outro demonstra frustração com alguma coisa ou alguém"

 
"Estrelas: Rabiscar estrelas é um sinal de ambição, de que você tem objetivos bem definidos na sua cabeça. Se as estrelas forem simétricas, você sabe analisar as situações, é curioso (a) e seguro (a) de si. Já as estrelas disformes, assimétricas, indicam que você tem muita energia, mas não sabe bem como usá-la".

 
"Casas: Desenhar casas significa estar se sentindo bem no lugar onde se vive. Uma casa aponta para uma sensação de conforto, paz com a família, mesmo que algumas brigas com os irmãos pareçam dizer o contrário. Mas se a casa não tiver janelas nem portas, isso pode indicar uma sensação de pouco espaço". 

 
"Linhas: Linhas retas são feitas por quem é entusiasmado (a), objetivo (a) e vai direto ao ponto. Linhas em ziguezague ou que se cruzam várias vezes indicam que alguma coisa mexeu muito com você, mas sua opção é não pôr o dedo na ferida. Ao menos por enquanto". 


 
"Ondas: Você está pronto para mergulhar em alguma coisa nova, que pode mudar a sua vida. Ondas lembram movimento, expectativa de uma oportunidade especial ou desejo de cair fora, rapidinho".

TESTE SEUS CONHECIMENTOS:

AS 12 FACES


         Existem 12 pessoas na figura abaixo. Tente descobrí-las!
         Veja abaixo da foto o resultado!

Se você achou 4 ou 5 - Você é normal. 
                Se você achou 8 - Você é um bom observador!
Se você achou 9 - Você tem um poder de observação acima do normal. 
                Se você achou 10 - Você é muito observador. Parabéns !!! 
                Se você achou 12 - Você tem um extraordinário poder de observação!
Muito intuitivo e criativo! Parabéns!
  
ESSE TESTE, FOI POSTADO BO BLOG DE  lizluz@gmail.com, Desde já os meus agradecimentos.

CURIOSIDADES ENGRAÇADAS DE SÉCULOS PASSADOS..


Curiosidades Engraçadas de séculos passados
  1. A maioria das pessoas casavam-se no mês de Junho, o início do Verão, porque, como tomavam o primeiro banho do ano em Maio, em Junho, o cheiro ainda estava mais ou menos...
  2. Mas como já começavam a exalar alguns "odores", as noivas tinham o costume de carregar "bouquets" de flores junto ao corpo para disfarçar. Daí temos que Maio é o "mês das noivas" e a origem do "bouquet" de flores da noiva.
  3. Os banhos eram tomados numa única tina cheia de água quente. O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa. Depois, sem trocar a água, vinham os outros homens da casa por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças. Os bebés eram os últimos a tomar banho. 
  4. Assim quando chegava a vez de dar banho aos bebés, a água da tina já estava tão suja que era possível perder um bebé lá dentro! É por isso que existe a expressão em inglês "don't throw the baby out with the bath water", ou seja, literalmente, "não deite fora o bebé juntamente com a água do banho", que usamos para os mais apressados.
  5. Os telhados das casas não tinham forro e as madeiras que os sustentavam eram o melhor lugar para os animais se aquecerem: cães, gatos e outros animais como ratos e besouros. Quando chovia, começavam as goteiras... e os animais pulavam para o chão. Assim, a expressão "está a chover a cântaros" tem o seu equivalente em inglês em "it's raining cats and dogs" (literalmente: chovem gatos e cães). Para não sujar as camas, inventaram uma espécie de cobertura, que se transformou no dossel.
  6. Aqueles que tinham dinheiro, possuíam "loiça" de estanho. Certos tipos de alimentos como o tomate, oxidavam o material, o que fazia com que muita gente morresse envenenada. Daí que durante muito tempo o tomate foi considerado como venenoso.
  7. Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque. Essa combinação da bebida alcoólica com óxido de estanho, por vezes, deixava o indivíduo "K.O." Quem passasse pela rua pensava que o fulano estava morto, recolhia o corpo e preparava o enterro.
  8. O "defunto" era então colocado sobre a mesa da cozinha durante alguns dias e a família ficava à volta, em vigília, e à espera para ver se o morto acordava ou não. Daí surgiu a vigília do caixão ou velório, que em inglês se diz "wake" (acordar).
  9. Como a Inglaterra é um país pequeno e não havia muito espaço para enterrar todos os mortos, os caixões eram abertos, os ossos retirados e encaminhados para o ossário e o túmulo era utilizado para outro infeliz.
  10. Por vezes, ao abrir os caixões, percebiam que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a ideia de, ao fechar os caixões, amarrar uma tira no pulso do defunto, tira essa que passava por um buraco no caixão e ficava presa a um sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento do braço faria o sino tocar. Assim, ele seria "saved by the bell", ou "salvo pelo gongo", como usamos hoje.
Link interessante: Frases que vêm da idade média.

MENSAGEM DO DIA 31-05-2012.



Carta do Zé agricultor para Luis da cidade.


A carta a seguir - tão somente adaptada por Barbosa Melo - foi escrita por Luciano Pizzatto que é engenheiro florestal, especialista em direito sócio ambiental e empresário, diretor de Parque Nacionais e Reservas do IBDF-IBAMA 88-89, detentor do primeiro Prêmio Nacional de Ecologia.


Carta do Zé agricultor para Luis da cidade.
Prezado Luis, quanto tempo.
Eu sou o Zé, teu colega de ginásio noturno, que chegava atrasado, porque o transporte escolar do sítio sempre atrasava, lembra né? O Zé do sapato sujo? Tinha professor e colega que nunca entenderam que eu tinha de andar a pé mais de meia légua para pegar o caminhão por isso o sapato sujava.
Se não lembrou ainda eu te ajudo. Lembra do Zé Cochilo... hehehe, era eu. Quando eu descia do caminhão de volta pra casa, já era onze e meia da noite, e com a caminhada até em casa, quando eu ia dormi já era mais de meia-noite. De madrugada o pai precisava de ajuda pra tirar leite das vacas. Por isso eu só vivia com sono. Do Zé Cochilo você lembra né Luis?
Pois é. Estou pensando em mudar para viver ai na cidade que nem vocês. Não que seja ruim o sítio, aqui é bom. Muito mato, passarinho, ar puro... Só que acho que estou estragando muito a tua vida e a de teus amigos ai da cidade. To vendo todo mundo falar que nós da agricultura familiar estamos destruindo o meio ambiente.
Veja só. O sítio de pai, que agora é meu (não te contei, ele morreu e tive que parar de estudar) fica só a uma hora de distância da cidade. Todos os matutos daqui já têm luz em casa, mas eu continuo sem ter porque não se pode fincar os postes por dentro uma tal de APPA que criaram aqui na vizinhança.
Minha água é de um poço que meu avô cavou há muitos anos, uma maravilha, mas um homem do governo veio aqui e falou que tenho que fazer uma outorga da água e pagar uma taxa de uso, porque a água vai se acabar. Se ele falou deve ser verdade, né Luis?
Pra ajudar com as vacas de leite (o pai se foi, né ..) contratei Juca, filho de um vizinho muito pobre aqui do lado. Carteira assinada, salário mínimo, tudo direitinho como o contador mandou. Ele morava aqui com nós num quarto dos fundos de casa. Comia com a gente, que nem da família. Mas vieram umas pessoas aqui, do sindicato e da Delegacia do Trabalho, elas falaram que se o Juca fosse tirar leite das vacas às 5 horas tinha que receber hora extra noturna, e que não podia trabalhar nem sábado nem domingo, mas as vacas daqui não sabem os dias da semana ai não param de fazer leite. Ô, bichos aí da cidade sabem se guiar pelo calendário?
Essas pessoas ainda foram ver o quarto de Juca, e disseram que o beliche tava 2 cm menor do que devia. Nossa! Eu não sei como encumpridar uma cama, só comprando outra né Luis? O candeeiro eles disseram que não podia acender no quarto, que tem que ser luz elétrica, que eu tenho que ter um gerador pra ter luz boa no quarto do Juca.
Disseram ainda que a comida que a gente fazia e comia juntos tinha que fazer parte do salário dele. Bom Luis, tive que pedir ao Juca pra voltar pra casa, desempregado, mas muito bem protegido pelos sindicatos, pelo fiscais e pelas leis. Mas eu acho que não deu muito certo. Semana passada me disseram que ele foi preso na cidade porque botou um chocolate no bolso no supermercado. Levaram ele pra delegacia, bateram nele e não apareceu nem sindicato nem fiscal do trabalho para acudi-lo.
Depois que o Juca saiu eu e Marina (lembra dela, né? casei) tiramos o leite às 5 e meia, ai eu levo o leite de carroça até a beira da estrada onde o carro da cooperativa pega todo dia, isso se não chover. Se chover, perco o leite e dou aos porcos, ou melhor, eu dava, hoje eu jogo fora.
Os porcos eu não tenho mais, pois veio outro homem e disse que a distância do chiqueiro para o riacho não podia ser só 20 metros. Disse que eu tinha que derrubar tudo e só fazer chiqueiro depois dos 30 metros de distância do rio, e ainda tinha que fazer umas coisas pra proteger o rio, um tal de digestor. Achei que ele tava certo e disse que ia fazer, mas só que eu sozinho ia demorar uns trinta dia pra fazer, mesmo assim ele ainda me multou, e pra poder pagar eu tive que vender os porcos as madeiras e as telhas do chiqueiro, fiquei só com as vacas. O promotor disse que desta vez, por esse crime, ele não ai mandar me prender, mas me obrigou a dar 6 cestas básicas pro orfanato da cidade. Ô Luis, ai quando vocês sujam o rio também pagam multa grande né?
Agora pela água do meu poço eu até posso pagar, mas tô preocupado com a água do rio. Aqui agora o rio todo deve ser como o rio da capital, todo protegido, com mata ciliar dos dois lados. As vacas agora não podem chegar no rio pra não sujar, nem fazer erosão. Tudo vai ficar limpinho como os rios ai da cidade. A pocilga já acabou, as vacas não podem chegar perto. Só que alguma coisa tá errada, quando vou na capital nem vejo mata ciliar, nem rio limpo. Só vejo água fedida e lixo boiando pra todo lado.
Mas não é o povo da cidade que suja o rio, né Luis? Quem será? Aqui no mato agora quem sujar tem multa grande, e dá até prisão. Cortar árvore então, Nossa Senhora!. Tinha uma árvore grande ao lado de casa que murchou e tava morrendo, então resolvi derrubá-la para aproveitar a madeira antes dela cair por cima da casa.
Fui no escritório daqui pedir autorização, como não tinha ninguém, fui no Ibama da capital, preenchi uns papéis e voltei para esperar o fiscal vim fazer um laudo, para ver se depois podia autorizar. Passaram 8 meses e ninguém apareceu pra fazer o tal laudo ai eu vi que o pau ia cair em cima da casa e derrubei. Pronto! No outro dia chegou o fiscal e me multou. Já recebi uma intimação do
Promotor porque virei criminoso reincidente. Primeiro foi os porcos, e agora foi o pau. Acho que desta vez vou ficar preso.
Tô preocupado Luis, pois no rádio deu que a nova lei vai dá multa de 500 a 20 mil reais por hectare e por dia. Calculei que se eu for multado eu perco o sítio numa semana. Então é melhor vender, e ir morar onde todo mundo cuida da ecologia. Vou para a cidade, ai tem luz, carro, comida, rio limpo. Olha, não quero fazer nada errado, só falei dessas coisas porque tenho certeza que a lei é pra todos.
Eu vou morar ai com vocês, Luis. Mais fique tranqüilo, vou usar o dinheiro da venda do sítio primeiro pra comprar essa tal de geladeira. Aqui no sitio eu tenho que pegar tudo na roça. Primeiro a gente planta, cultiva, limpa e só depois colhe pra levar pra casa. Ai é bom que vocês e só abrir a geladeira que tem tudo. Nem dá trabalho, nem planta, nem cuida de galinha, nem porco, nem vaca é só abri a geladeira que a comida tá lá, prontinha, fresquinha, sem precisá de nós, os criminosos aqui da roça.
Até mais Luis.
Ah, desculpe Luis, não pude mandar a carta com papel reciclado pois não existe por aqui, mas me aguarde até eu vender o sítio.

(Todos os fatos e situações de multas e exigências são baseados em dados verdadeiros. A sátira não visa atenuar responsabilidades, mas alertar o quanto o tratamento ambiental é desigual e discricionário entre o meio rural e o meio urbano.)

quarta-feira, 30 de maio de 2012

QUANDO BEBER NÃO DIRIJA, EVITE TRAGÉDIAS.


A BONECA 

Autor (a) do texto : Desconhecido 
 Corri ao mercado para comprar uns presentinhos, que eu não havia conseguido comprar antes. Quando eu vi todas aquelas pessoas no mercado, comecei a reclamar comigo mesma: "Isto vai demorar a vida toda, e eu ainda tenho tantas coisas para fazer, outros lugares para ir.
Como eu gostaria de poder apenas me deitar, dormir e só acordar após tudo isso." Sem notar, eu fui andando até a seção de brinquedos, e lá eu comecei a bisbilhotar os preços, imaginando se as crianças realmente brincam com esses brinquedos tão caros.
Enquanto eu olhava a seção de brinquedos, eu notei um garoto de mais ou menos 5 anos pressionando uma boneca contra o peito. Ele acarinhava o cabelo da boneca e olhava tão triste, e fiquei tentando imaginar para quem seria aquela boneca que ele tanto apertava.
O menino virou-se para uma senhora próximo a ele e disse: "Vovó, você tem certeza que eu não tenho dinheiro suficiente para comprar esta boneca?" A senhora respondeu: “ Você sabe que o seu dinheiro não é suficiente, meu querido!" E ela perguntou ao menino, se ele poderia ficar ali olhando os brinquedos por 5 minutos, enquanto ela iria olhar outra coisa.
O pequeno menino estava segurando a boneca em suas mãos. Finalmente eu comecei a andar em direção ao garoto e perguntei para quem ele queria dar aquela boneca e ele respondeu: "Esta é a boneca que a minha irmã mais adorava, e queria muito ganhar. Ela estava tão certa que o Papai daria esta boneca para ela este ano.
Eu disse: "Não fique tão preocupado, eu acho que ele irá dar a boneca para sua irmã." Mas ele triste me disse: "Não, o Papai não poderá levar a boneca onde ela está agora. Eu tenho que dar esta boneca pra minha mãe, assim ela poderá dar a boneca à minha irmã, quando ela for lá."
Seus olhos se encheram de lágrimas enquanto ele falava: "Minha irmã teve que ir embora para sempre. O papai me disse que a mamãe também irá embora para perto dela em breve. Então eu pensei que a mamãe poderia levar a boneca com ela e entregar a minha irmã.".
Meu coração parou de bater. Aquele garotinho olhou para mim e me disse: "Eu disse ao papai para dizer a mamãe não ir ainda. Eu pedi à ele que esperasse até eu voltar do mercado." Depois ele me mostrou uma foto muito bonita dele rindo, e me disse: "Eu também quero que a mamãe leve esta foto, assim ela também não se esquecerá de mim.
Eu amo minha mãe gostaria que ela não tivesse que partir agora, mas meu pai disse que ela tem que ir para ficar com a minha irmãzinha." Ai ele ficou olhando para a boneca com os olhos tristes e muito quietinho. Eu rapidamente procurei minha carteira e peguei algumas notas e disse para o garoto: "E se nós contássemos novamente o seu Dinheiro, só para termos certeza de que você tem o dinheiro para comprar a boneca? Coloquei as minhas notas junto ao dinheiro dele, sem que ele percebesse, e começamos a contar o dinheiro. Depois que contamos, o dinheiro iria dar para comprar a boneca e ainda sobraria um pouco. E o garotinho disse: "Obrigado Senhor por atender o meu pedido e me dar o dinheiro suficiente para compra a boneca".
Aí ele olhou para mim e disse: "Ontem antes de dormir eu pedi à Deus que fizesse com que eu tivesse dinheiro suficiente para comprar a boneca, assim a mamãe poderia levar a boneca. Ele me ouviu ... e eu também queria um pouco mais de dinheiro para comprar uma rosa branca para minha mãe, mas eu não ousaria pedir mais nada a Deus.
E Ele me deu dinheiro suficiente para comprar a boneca e a rosa branca. Você sabe, a minha mãe adora rosas brancas. Uns minutos depois, a senhora voltou e eu fui embora sem ser notado. Terminei minhas compras num estado totalmente diferente o que havia começado. Entretanto não conseguia tirar aquele garotinho do meu pensamento.
Então lembrei-me de uma notícia no jornal local de dois dias atrás, quando foi mencionado que um homem bêbado numa caminhonete, bateu em outro carro, e que no carro estavam uma jovem senhora e uma menininha. A criança havia falecido na mesma hora e a mãe estava em estado grave na UTI, e que a família havia decidido desligar as máquinas, uma vez; que a jovem não sairia do estado de coma.
E pensei, será que seria a família daquele garotinho? Dois dias após meu encontro com o garotinho, eu li no jornal que a jovem senhora havia falecido. Eu não pude me conter e sai para comprar rosas brancas fui ao velório daquela jovem .... Ela estava segurando uma linda rosa branca em suas mãos, junto com a foto do garotinho e com a boneca em seu peito.
Eu deixei o local chorando, sentindo que a minha vida havia mudado para sempre. O amor daquele garotinho por sua mãe e irmã continua gravado em minha memória até hoje. É difícil de acreditar e imaginar que numa fração de segundos, um bêbado tenha tirado tudo daquele pequeno garotinho.
Se você mandar essa mensagem, talvez ajude aquelas pessoas que bebem e saem dirigindo pelas ruas a pensar um pouco mais e ajude a prevenir os acidentes que acontecem durante os feriados. 

Preocupe-se um pouco com as outras pessoas, antes de sair dirigindo bêbado pelas ruas, e pegue as chaves daqueles que julgar necessário, você estará salvando outras vidas e a sua vida também. 

A MEMORÁVEL HISTÓRIA DE UMA RAINHA.


A memorável história de uma rainha
Augusto Cury do livro Filhos brilhantes , alunos fascinantes.


Sofia era uma professora de filosofia muito preocupada com o caráter dos seus alunos. Gostava de ler jornais, mas volta e meia estourava um escândalo na imprensa envolvendo corrupção de políticos, vantagens em licitações, fraudes, tráfico de influência. Sabia que havia líderes sérios e comprometidos com a sociedade, mas tinha consciência de que somente uma safra de jovens transparentes, amantes da honestidade e fiéis à sua consciência poderia mudar os pilares da sociedade.
Certa vez, mais um escândalo estourou na imprensa envolvendo o presidente do país e seus principais assessores. Ela ficou preocupada com as conseqüências desse escândalo no inconsciente coletivo da juventude. Poderia desanimá-los a se tornarem líderes sociais, a não terem esperança na sua nação e poderia até bloquear seus sonhos.
No outro dia, perguntou o que os alunos pensavam dos políticos. A visão pessimista dos jovens a assustou. Uns responderam que era a melhor maneira de ganhar dinheiro,outro disse que raramente algum presta e ainda outros diziam que todos eram farinha do mesmo saco. Alguns ainda disseram que, quando crescessem, queriam ser políticos, para levar vantagem em tudo.
Preocupadíssima, ela disse que corrupção havia em todos os países, o que diferia era a freqüência e intensidade do procedimento.
— Uma pessoa corrupta — disse ela — é egocêntrica, individualista, não tem tranqüilidade, possui uma dívida impagável com sua própria consciência. Uma pessoa corrupta nunca será um grande líder social, pois não é líder de si mesma.
Querendo treinar o caráter dos seus alunos, ela contou-lhes uma fascinante história que mudaria para sempre a visão de muitos deles.
Há muitos anos um poderoso e inteligente príncipe queria encontrar a mulher da sua vida. Seu pai estava doente e ele estava para se tornar rei. Porém, não queria errar na escolha, afinal de contas a jovem com quem se casaria se tornaria a rainha. Sonhava que quem reinasse com ele fosse gentil, dócil, amável e principalmente transparente.
O maior medo do futuro rei era de que a mulher com quem se casasse valorizasse mais seu reino do que ele mesmo, mais os privilégios da corte e seus tesouros do que o seu amor. Os ministros do reino consideravam a preocupação do príncipe imatura. Alguns o achavam frágil e pouco inteligente, indigno da coroa.
Consultou os sábios para saber como não errar nessa decisão tão importante. Os sábios disseram que ele deveria casar-se com uma jovem riquíssima do próprio reino ou, melhor ainda, deveria desposar a filha de um poderoso rei de outra nação. Assim, alargaria suas fronteiras.
O reino estava envolvido em disputas internas malévolas. Devido à doença do rei, alguns ministros, generais, coletores de impostos aproveitaram a situação para se corromper, disse a professora de filosofia. Em seguida, adicionou:
— A falta de liderança é um canteiro para o individualismo.
Escolher a futura rainha era importante para manter a unidade
do reino. Muitos achavam que se o príncipe não mostrasse
inteligência para encontrar sua esposa, não teria inteligência
para governar seu reino.
Encontrando a resposta na natureza
Desanimado com os conselhos que lhe deram, o príncipe saiu pelos campos a pensar. Depois de horas de meditação, caiu-lhe algo na cabeça. Levou as mãos para ver o que era e ficou fascinado, era uma semente amarela e pequena. De repente, veio-lhe a euforia, pois encontrara sua resposta. Parecia embriagado de alegria.
Resolveu promover uma festa para que as moças interessadas em casar-se com ele pudessem apresentar-se. Foram convidadas jovens de vários outros reinos, bem como as do seu território, especialmente as mais ricas.
Trabalhava no castelo, como serva, uma senhora que tinha uma linda e singela filha, chamada Priscila. Quando comunicou a Priscila que o príncipe iria casar-se e que ele daria uma grande festa para escolher a noiva, ela disse que se apresentaria como candidata. Priscila o admirava sem o conhecer pessoalmente, pois sua mãe sempre contava sobre a bopdade, simplicidade e inteligência do jovem herdeiro.
Urna mulher rica do reino, cuja filha participaria do concurso, ficou sabendo da intenção de Priscila. Chamou-lhe a mãe e, com arrogância, disse-lhe:
— Sua filha está delirando, sonhando com o impossível!
A filha de uma serva jamais poderá ser uma rainha. É contra
os princípios.
Profundamente entristecida, mas achando que essa mulher estava correta, a mãe de Priscila comentou as frases cortantes que ouvira. A jovem, abalada, rebateu:
— Mamãe, nós somos pobres, mas somos seres humanos!
O dinheiro compra carruagens, mas não compra a felicidade,
compra roupas tecidas com fios de ouro, mas não compra o
valor de uma pessoa — falou a jovem com dignidade.
Apesar de ser pobre, Priscila queria ser tratada com dignidade. Sabia que não tinha chance nenhuma de ser a escolhida, mas queria aproveitar a oportunidade para ficar perto do príncipe. Amava um desafio. Ela possuía uma beleza interior que contagiava as pessoas. Muitas jovens ricas gostavam de ficar perto dela.
— Priscila tinha três jóias que valiam mais que
diamantes: simplicidade, generosidade e transparência -
disse Sofia. E perguntou para toda a classe: — Quais dessas
jóias vocês possuem?
Os alunos ficaram pensativos. Em seguida, a professora continuou contando sua história. Disse que algumas jovens filhas de lordes eram boas alunas, conseguiam notas altas nas provas, mas simulavam seus comportamentos. Ninguém sabia o que elas realmente pensavam ou sentiam. Gostavam de se exaltar e contar vantagens, em busca das migalhas dos aplausos. Algumas mentiam até para si mesmas.
Entre essas jovens estavam Helena e Barbie. Ela conheciam Priscila e tinham inveja dela, não admitiam que , filha de um camponês com uma empregada do palácio fosse tão sociável e cativante. Duas semanas antes do concurso, elas a encontraram e a estimularam a participar dele. Pareciam estar sendo generosas.
Na realidade, estavam simulando sua verdadeira intenção. Queriam que Priscila fosse zombada publicamente, Um desafio aparentemente simples
O grande dia chegou. Centenas de jovens finamente trajadas estavam no saguão do grande palácio. Ao ver Priscila e observar seu vestido de cima a baixo, algumas jovens não contiveram seu sorriso de deboche. Aparentemente seu vestido era o mais simples e o mais feio. Helena e Barbie se aproximaram uma da outra e disseram:
— Coitada! Descobriram a boba da corte.
Priscila ouviu que estavam zombando dela e entendeu afinal qual era a verdadeira intenção delas.
De repente, ao som de trombetas, o príncipe apareceu com seus ministros, generais e sábios do reino. Todas as jovens suspiraram. Ninguém sabia o que as aguardava. Nem os que rodeavam o príncipe sabiam como se daria o processo de escolha. Um momento solene de silêncio se fez. Subitamente o príncipe abriu a boca e aos brados lançou um desafio:
— Cada uma de vocês receberá uma semente para ser
cultivada. Daqui a três meses darei um grande baile. Aquela
que me trouxer a mais linda flor será a escolhida para ser a
rainha — disse o príncipe com singeleza e espontaneidade.
Todas as moças acharam estranho o desafio do príncipe. Era muito simples a tarefa. Animadas, a maioria saiu do palácio convicta de que receberia a coroa. Os sábios e os ministros do reino menearam a cabeça achando que realmente o jovem era despreparado para governar. Jamais viram um príncipe tão ingênuo e destituído de inteligência. Um cargo tão grande merecia um desafio à altura, pensaram.
Várias pretendentes, julgando-se espertas, entenderam que o príncipe pretendia na verdade era que o estilo dos cabelos, das vestes e dos movimentos do corpo fossem tão belos como uma flor.
O drama de Priscila
Priscila pegou a sua semente, plantou-a num vaso e, apesar de pouco entender de jardinagem, cuidava da terra com muita paciência e ternura. Sonhava com a planta que nasceria e com a belíssima flor que dela surgiria. Às vezes, libertava sua imaginação e sentia até seu perfume.
Passou-se uma semana e a planta não nasceu. Priscila ficou preocupada. Regava mais ainda, deixava cair a cada hora algumas delicadas gotas de água. Duas semanas se passaram e o broto não surgiu. A moça esmerou-se ainda mais nos seus cuidados. Aconselhou-se com pessoas experientes.
Alguns jardineiros disseram que a semente não nasceu porque ela colocou muita água, outros, adubo em excesso, e ainda outros porque compactou demais a terra do vaso. Todos foram unânimes em dizer que, independente da causa, se a semente não eclodiu em quinze dias dificilmente nasceria. Desesperada, via seu sonho cada vez mais distante. Apesar da frustração, não conseguia dissipar seu amor pelo príncipe.
Um mês se passou e o vaso continuava sem vida. Enquanto derramava as gotas de água, as gotas de lágrimas também caíam no recipiente. Dois meses se passaram e seu coração estava partido. A flor não brotou e seu coração se entristeceu.
Sofia fitou os olhos dos seus alunos e disse-lhes:
— Algumas pessoas aconselharam que ela plantasse outras sementes. Afinal de contas, ninguém descobriria.
O que vocês fariam? Plantariam outras sementes? Vale a pena obter o sucesso a qualquer preço?
Alguns na classe acharam que não havia mal algum em plantar outra semente. Segundo eles, os fins justificam os meios. Mas Priscila rejeitou essa idéia.
Três meses se passaram e o pequeno vaso continuava estéril, sem vida. Vendo-a abatida, as pessoas próximas aconselharam que ela jamais retornasse ao concurso. Todos sabiam que Priscila era gentil, mas, ao mesmo tempo, determinada e teimosa. Depois de muito meditar e de estar consciente de que fez de tudo ao seu alcance, disse, para espanto de todos, que iria ao baile e levaria seu vaso, mesmo sem planta.
— É loucura! — diziam os amigos.
— Será um vexame! — diziam os parentes.
Sua mãe fez um último esforço para ela não retornar ao palácio. Vendo a dor da mãe, Priscila derramou novamente algumas lágrimas que borraram a sua maquiagem e molharam seu vestido simples. Para consolar a mãe, disse-lhe:
- Poderei passar vergonha mais uma vez, mamãe, mas serei honesta comigo mesma. Não consegui cultivar a semente e vou assumir meu erro.
Quando chegou ao baile, perturbou-se muitíssimo. Viu todas as outras pretendentes segurando vasos com as mais lindas flores, uma mais linda do que a outra. Os vestidos combinavam com as cores das pétalas. Era algo sublime.
Ao ver Priscila, mais uma vez, várias pretendentes debocharam dela. Dessa vez o deboche foi mais aparente. Deram gargalhadas incontroladas, não apenas porque não possuía jóias e seu vestido era simples e fora de moda, mas porque seu vaso não tinha flor não possuía vida. Humilhada, começou a entrar em pânico e pensou em desistir.
De repente, as cornetas tocaram triunfalmente. Todas ficaram em profundo silêncio. Quando o príncipe chegou, elas suspiraram. Ele pediu para que elas formassem filas. Elas, eufóricas, enfileiraram-se. O príncipe se aproximou de cada uma delas. Olhava para seus olhos e para a formosura da flor. Em seguida, perguntava seus nomes.
Quando chegou diante de Priscila e viu o vaso sem flor e seu vestido com gotas de lágrimas, meneou a cabeça e nem sequer seu nome perguntou. As moças que estavam próximas colocaram seus lenços na boca para que não se ouvisse o som das suas risadas.
Os líderes do reino observavam atentamente os gestos do príncipe e se entreolhavam. Depois de três horas, e de analisar flor por flor, o príncipe sentou-se no seu trono. Em seguida, pediu que as moças fizessem uma grande roda no salão nobre do palácio. Disse que sua decisão tinha sido tomada e que a jovem que ele tirasse para dançar seria a escolhida.
Além das moças e dos líderes do reino, havia reis e nobres na lateral do salão torcendo por suas filhas. Chegou o grande momento.
As pessoas transparentes fazem a diferença
A professora de filosofia, mais uma vez, dirigiu-se aos seus alunos e perguntou:
— Quem o príncipe escolheria? Que parâmetro usaria para encontrar sua rainha?
Os alunos ficaram perdidos. Não tinham respostas. Estavam ansiosos para saber qual era a decisão. Sofia continuou. O príncipe foi para o meio do salão. Passou seus olhos sobre a roda de mulheres e, para surpresa de todos, foi até a jovem que não tinha flor nenhuma no vaso, beijou suas mãos e, emocionado, disse-lhe:
— Qual seu nome?
Com os lábios trêmulos, ela lhe disse:
— Priscila.
— Minha rainha! Priscila, você aceita dançar comigo e
ser minha esposa? — falou com suavidade.
Priscila caiu em prantos. Todos estavam perplexos. O burburinho foi geral. Ninguém entendeu sua atitude. Os ministros e sábios achavam que o príncipe estava delirando. Os generais pensaram que ele estava brincando.
Então, calmamente, explicou em voz alta:
— Para se tornar uma rainha, é preciso cultivar uma flor
muito especial: a flor da transparência, da cumplicidade, da
honestidade diante de si mesma. Sem tal característica não é
possível amar, governar, liderar, ser fraterno e justo. Todas as
sementes que entreguei a vocês eram estéreis e delas não poderia
nascer uma flor. Portanto, a única pessoa que foi transparente,
enfrentou sua vergonha, frustração, deboche e provou seu amor
incondicional por mim foi a Priscila.
Em seguida, num momento de rara inspiração, ele completou:
— Seu vaso não precisa de flor, pois ela representa a flor
que não nasceu.
Os sábios do reino ficaram boquiabertos, jamais viram tanta sabedoria. Os ministros, rígidos e interesseiros, ficaram assombrados com a inteligência de seu rei. Entenderam que estavam diante de um dos homens mais sublimes que já conheceram. Os demais presentes, inclusive a maioria das outras pretendentes caíram em aplauso. Aplaudiram a inteligência do rei e a sensibilidade e transparência da rainha.
Priscila foi generosa com quem a maltratou, foi delicada com quem a perseguiu. Foi digna da coroa que carregava em sua cabeça, porque já havia um tesouro em sua personalidade.
Sabia que uma rainha não era mais importante do que um súdito, pois conhecia a dignidade de cada ser humano.
Vários alunos na classe também estavam emocionados. Nesse clima de comoção, a professora Sofia lhes disse:
— Nunca se esqueçam de que se vocês quiserem brilhar como alunos, como filhos e, no futuro, como excelentes profissionais e como líderes sociais, precisam cultivar todos os dias a flor da transparência.
A professora pegou um giz, dirigiu-se ao quadro-negro e escreveu:
Bons alunos escondem certas intenções, mas alunos fascinantes são transparentes.
Eles sabem que quem não é fiel à sua consciência tem uma dívida impagável consigo mesmo. Não querem, como alguns políticos, o sucesso a qualquer preço. Só querem o sucesso conquistado com suor, inteligência e transparência. E completou dizendo que, quem desenvolver o hábito da transparência, será um excelente debatedor de idéias, superará a timidez, refinará a sabedoria, influenciará pessoas, brilhará profissionalmente e mudará os rumos da sociedade. Ainda se alguns tentarem enterrar suas idéias, não se esqueçam de que as idéias são sementes e o maior favor que se faz a uma semente é enterrá-la.
Em seguida, num golpe de reflexão, a professora acrescentou que muitos políticos, empresários, líderes de instituições estão despreparados para assumir o poder. Quando assumem o poder se transformam, se tornam orgulhosos, inatingíveis, inacessíveis e, diferente de Priscila, negam as suas raízes, esquecem de onde vieram.
— Quem ama o poder e não o poder de amar não é digno de ser um líder — finalizou.
Os alunos ficaram assombrados com essas palavras. Alguns saíram atônitos da escola. Alguns prometeram para si mesmos que com respeito e gentileza jamais se calariam, seriam debatedores de idéias durante toda a sua vida.
Os anos se passaram e do pequeno grupo saíram alguns grandes líderes sociais, pessoas que lutaram contra injustiças, batalharam contra todo tipo de discriminação, influenciaram pessoas e mudaram os rumos da sociedade.


Augusto Cury do livro Filhos brilhantes , alunos fascinantes.

CURIOSIDADE DA NOITE- 30 DE MAIO 2012.

VOCÊ SABIA!!!!



Hipopotomonstrosesquipedaliofobia É:
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.




Hipopotomonstrosesquipedaliofobia é uma palavra inventada como uma brincadeira que, por ter se tornado relativamente conhecida e divulgada, acabou sendo tomada como séria por muitas pessoas que não conhecem sua origem. A hipopotomonstrosesquipedaliofobia seria um distúrbio que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar-se palavras grandes ou complicadas. Se caracteriza pela aversão ou nervosismo em momentos nos quais o indivíduo deve empregar palavras longas ou de uso pouco comum (discussões técnicas, médicas, científicas etc), assim como evitar ou não mencionar palavras estranhas ao vocabulário coloquial.
Esta fobia pode ser causada pelo medo de pronunciar incorretamente a palavra, já que isto representa uma possibilidade de que a pessoa fique em desvantagem, seja visto como alguém de cultura inferior ou pouco inteligente, perante seus iguais. Muitas vezes, esta fobia vem acompanhada de timidez social e medo de ser ridicularizado.

A própria palavra hipopotomonstrosesquipedaliofobia representa certa ironia, visto que, além de ser longa e estranha, indica uma fobia à palavras semelhantes. Justamente por isso, para evitar problemas, as abreviaturas equipedalofobia e sesquipedaliofobia também têm sido utilizadas . 


Geralmente quem possui tal transtorno são  pessoas com timidez social, enfim podemos concluir que é um distúrbio  a qual a pessoa tenta ao máximo ser correta em seu vocabulário, visando assim nunca ser ridicularizada.

FRASES DE PADRE FÁBIO DE MELO.



Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura.
Padre Fábio de Melo





"Só dê ouvidos a quem te ama. Não te preocupes tanto com o que acham de ti. O que te salva não é o que os outros andam achando, mas é o que Deus sabe a teu respeito"
Padre Fábio de Mello







Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura.
Padre Fábio de Melo






Se eu não posso mudar um acontecimento, se não posso mudar a vida, então que ela me modifique
Padre Fábio de Melo


Eu gostaria de lhe agradecer pelas inúmeras vezes que você me enxergou melhor do que eu sou. Pela sua capacidade de me olhar devagar, já que nessa vida muita gente já me olhou depressa demais.
Padre Fábio de Melo

" Você é quem decide o que vai ser eterno em você, no seu coração.
Deus nos dá o dom de eternizar em nós o que vale a pena, e esquecer definitivamente aquilo que não vale... "
Padre Fábio de Melo



Costumamos dizer que amigos de verdade são os que estão ao seu lado em momentos dificeis...Mas não!
Amigos verdadeiros são os que suportam a tua felicidade!
Porque em um momento dificil qualquer um se aproxima de você.
Mas o seu inimigo jamais suportaria a sua felicidade!!
Padre Fábio de Mello




Amar alguém é viver o exercício de não querer fazer do outro o que a gente gostaria que ele fosse. A experiência de amar e ser amado é acima de tudo a experiência do respeito.
Padre Fábio de Melo



Humano eu sou assim: virtudes e limites,se agora me permites eu aprendo ser feliz,
sem prender-me ao que não fiz, mas olhando o que é possível.
Pe. Fábio de Melo


A arte tem o dom de expiar pecados. Ela nos devolve a coragem no momento em que a fragilidade insiste em soprar em nossos ouvidos a frase da desistência, do abandono da luta.
Pe. Fábio de Melo


"A maior prisão que podemos ter na vida é aquela quando
a gente descobre que estamos sendo não aquilo que somos,
mas o que o outro gostaria que fôssemos."
(Pe. Fábio de Melo)


"Nós sempre precisamos de amigos. Gente que seja capaz de nos indicar direções, dispertar o que temos de melhor e ajudar a retirar excessos que nos tornam pesados. É bom ter amigos. Eles são pontes que nos fazem chegar aos lugares mais distantes de nos mesmos."
Pe. Fabio de Melo

"Flores e espinhos são belezas que se dão juntas. Não queira uma só, elas não sabem viver sozinhas. Quem quiser levar a rosa para sua vida, terá que saber que com ela vão inúmeros espinhos. Mas não se preocupe, a beleza da rosa vale o incômodo dos espinhos…"
Pe. Fábio de Melo

Se por um intante na vida
ainda que por um instante
você se esquece que é pecador
o céu ganha um anjo na terra
por que o pior do pecado
é agente se lembrar sempre dele.
PE. Fabio de Melo

MENSAGEM DO DIA 30-05-2012. " PRECISAMOS REFLETIR".


PRECISAMOS REFLETIR. ALUNO RICARDO.


   Tenho refletido muito em relação à questão de Saber Ensinar…
Será que temos a consciência do que isso significa para os nossos alunos?
Será que faz realmente diferença a maneira como conduzimos o nosso trabalho na vida dos nossos alunos? Então, parei para refletir, mas foi impossível abstrair-me da palavra educar, de tanto às vezes tê-la e ouvi-la educar para a vida, educar para a cidadania, educar com valores.
Assim, trago a vocês o mesmo questionamento que me fiz: Como é educar de verdade?


Podemos fazer a diferença…  Relata a Sra. Teresa, que no seu primeiro dia de aula parou em frente aos seus alunos da 5ª série primária e, como todos os demais professores, lhes disse que gostava de todos por igual. No entanto, ela sabia que isto era quase impossível, já que na primeira fila estava sentado um pequeno garoto chamado Ricardo. A professora havia observado que ele não se dava bem com os colegas de classe e muitas vezes suas roupas estavam sujas e cheiravam mal. Houve até momentos em que ela sentia prazer em lhe dar notas vermelhas ao corrigir suas provas e trabalhos.
Ao iniciar o ano letivo, era solicitado a cada professor que lesse com atenção a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações. Ela deixou a ficha de Ricardo por último. Mas quando a leu foi grande a sua surpresa. Ficha do 1º ano: “Ricardo é um menino brilhante e simpático. Seus trabalhos sempre estão em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é muito agradável estar perto dele.”Ficha do 2º ano: “Ricardo é um aluno excelente e muito querido por seus colegas, mas tem estado preocupado com sua mãe que está com uma doença grave e desenganada pelos médicos. A vida em seu lar deve estar sendo muito difícil.”
Ficha do 3º ano: “A morte de sua mãe foi um golpe muito duro para Ricardo. Ele procura fazer o melhor, mas seu pai não tem nenhum interesse e logo sua vida será prejudicada se ninguém tomar providências para ajudá-lo.”
Ficha do 4º ano: “Ricardo anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula.”
Deu-se conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada. Piorou quando lembrou dos lindos presentes de Natal que os alunos lhe haviam dado, com papéis coloridos, exceto o de Ricardo, que estava enrolado num papel de supermercado. Lembrou que abriu o pacote com tristeza, enquanto os outros garotos riam ao ver uma pulseira faltando algumas pedras e um vidro de perfume pela metade. Apesar das piadas ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão. Naquela ocasião Ricardo ficou um pouco mais de tempo na escola do que o de costume. Relembra, ainda, que ele lhe disse que ela estava cheirosa como sua mãe. Naquele dia, depois que todos se foram, a professora chorou por longo tempo… Em seguida, decidiu mudar sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente a Ricardo.
Com o passar do tempo ela notou que o garoto só melhorava. E quanto mais ela lhe dava carinho e atenção, mais ele se animava. Ao finalizar o ano letivo, Ricardo saiu como o melhor da classe.
Seis anos depois, recebeu uma carta de Ricardo contando que havia concluído o segundo grau e que ela continuava sendo a melhor professora que tivera. As notícias se repetiram até que um dia ela recebeu uma carta assinada pelo Dr. Ricardo Stoddard, seu antigo aluno, mais conhecido como Ricardo. Mas a história não terminou aqui. Tempos depois recebeu o convite de casamento e a notificação do falecimento do pai de Ricardo. Ela aceitou o convite e no dia do casamento estava usando a pulseira que ganhou de Ricardo anos antes, e também o perfume. Quando os dois se encontraram, abraçaram-se por longo tempo e Ricardo lhe disse ao ouvido: “Obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença.”.E com os olhos banhados em lágrimas sussurrou: “Engano seu! Depois que o conheci aprendi a lecionar e a ouvir os apelos silenciosos que ecoam na alma do educando. Mais do que avaliar as provas e dar notas, o importante é ensinar com amor mostrando que sempre é possível fazer a diferença…”

Autor desconhecido