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sábado, 14 de outubro de 2017

SOU PROFESSORA Profª Lourdes Duarte




Oração do Professor

Carol e Rafael



BOM DEUS,
ao iniciar este novo dia desejo falar um pouquinho contigo.
É para dizer-te o meu muito obrigado por tudo o que me tens dado:
um caminho para trilhar, um ideal para atingir e
tantos seres para amar!


E também para pedir-te que continue ao meu lado, para que eu sinta tua presença, tua força e tua luz;
Venho pedir-te, meu Deus, alegria e entusiasmo para ajudar meus alunos a compreenderem as matérias que leciono.


Que eu saiba tratar a todos com bondade e justiça, e que acima de tudo, com o meu exemplo, possa levar até eles a tua mensagem.
Que eu seja ponte, através da qual muitos possam chegar a ti.
Só assim terei a certeza de estar cumprindo integralmente a missão que me confiaste.


É o que desejava dizer-te.
 


SOU  PROFESSORA
Profª Lourdes Duarte

  
Entre tantas profissões
Escolhi ser professora.
Missão dura e espinhosa
Que exerço com amor.


Se voltasse ao tempo seria
Novamente professora,
Pois é muito gratificante
Ver que as sementes plantadas
Dão bons frutos com louvor.


Para ser um bom professor
Não basta apenas ensinar
Mas aprender a aprender
E suportar a dor
Que muitas vezes a profissão
Impulsiona-nos a passar.


 A desvalorização da categoria
Que machuca terrivelmente
Deveria ser diferente!
Uma vez que por um professor,
Todas as outras profissões já passou.


FELIZ DIA DOS PROFESSORES!



sexta-feira, 13 de outubro de 2017

O MAR ,A LUA EU E VOCÊ Autora: Profª Lourdes Duarte


O MAR ,A LUA EU E VOCÊ
Autora: Profª Lourdes Duarte



As águas deste mar os pés te lavam
Caminhando na arei linda e faceira
Acende o sol dos meus devaneios
Quando a água deste mar molha teus cabelos.


Numa tarde de verão, sol a pino
A praia o mar, eu e você
No vaivém das ondas...
Vem o anseio de amar-te por inteira.


Sentada na areia da praia,
Como uma sereia a descansar
O mar, com águas cristalinas,
Refletiam teu lindo rosto, fazendo brilhar.


A tarde cai o sol vai ao longe se apagando
O mar vai engolindo o sol,
 o entardecer aproximando-se
As horas passando, despercebidas, por nós,
Inebriados  de amor sobre o sol ameno.


Os olhos se perdem no horizonte infinito
Sobre a imensidão das águas do mar que se agitam
Aos poucos, o sol escurece e vem a lua
Com seu brilho, calmo e sereno
Fazer-nos companhia.


A natureza como um presente mágico,
Um espetáculo de encantamento e beleza,
Contagia os corações apaixonados
Que num misto de amor e prazer,
Deixa a noite ainda mais romântica e bela.







segunda-feira, 9 de outubro de 2017

AMOR SEM LIMITES Autora: Profª Lourdes Duarte


AMOR SEM LIMITES
Autora: Profª Lourdes Duarte


Enquanto não superarmos,
A ânsia do amor sem limites,
Não sentiremos,
A intensidade do amor.


Enquanto não atravessarmos
A dor de nossa própria solidão,
Continuaremos sem discernir
 O verdadeiro amor.


E na buscar da nossa outra metade
Temos que crescer emocionalmente
Para viver a dois, um grande amor,
É necessário, antes, ser só um.


O amor quando floresce em doçura
É como uma fonte fresca em ebulição
Ou como uma chama ardente, que queima
E que aquece o coração.



 Sérgio Velloso, falando sobre o  amor diz que,

O Amor!
Que seja doce como mel, ou amargo como fel, mas que seja verdadeiro; Que te satisfaça amplamente e te torne muito feliz; Que seja intenso, mas na medida certa; Que não seja em demasia mas não se torne escasso; Que exceda seus limites mas não viole suas virtudes; Que se eternize nas ondas do tempo.


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

O VÉU NEGRO DA NOITE. Autora: Profª Lourdes Duarte



O VÉU NEGRO DA NOITE
Autora: Profª Lourdes Duarte


Morre o dia, o sol no horizonte desfalece,
Arrebol pinta o torso do céu, a noite estar por vir;
A meia luz do entardecer continua brilhando
Apenas raios, no céu do sol celeste
Dizemo-nos adeus silenciosamente.


Como na rotina do tilintar dos sinos,
Ouço a brisa passar soprando meus ouvidos
Similar a música de um hino que anuncia,
            A noite profunda que cai, o dia que termina.


No céu, o sol fecha, por hoje, sua cortina,
Até que seus raios, na aurora venham brilhar
Esperançosa, olho para a colina,
Imaginando, os sonhos que irão descortinar!


E, como uma orquestração silente, misteriosa
A noite se prostra num olhar arcano e profundo
O véu negro da noite cai, a terra se veste
Coberta com o brilho das estrelas, bem ao longe!


Envolto no véu escuro da noite
Estrelas brilham em pura magia
Os dias e as noites nunca serão iguais
Mas haverá o encontro, da noite com a luz do dia.

******




“O poeta vive entre o céu e a terra, onde há mais mistérios do que a vã filosofia”.



        Existem muitos mistérios que envolvem as mais profundas noites e muitos mistérios se tornaram lendas.
Por que as lendas são envoltas em Mistérios e Magias.
São uma criação dos caminhos da mente, da vaga imaginação da liberação dos silêncios da alma...

Vale a pena ler essa linda lenda



A NOITE ESCURA
postado por Jaqueline Correa

      Era uma noite escura. Rezava a lenda, e também o bom senso, que quando escurecesse, ninguém mais poderia sair de casa. Essa história não se passou em uma cidade urbana, mas em uma antiga vila localizada no interior da Irlanda.
Como se sabe, esse país é cinzento. O céu esbanja as suas nuvens espessas e sempre carregadas, e o sol, sempre escondido, parece que nunca faz questão de aparecer. Nessa vila, as casas eram de tijolos rústicos e muito parecidas:

   Uma porta no meio e duas janelas laterais. Na frente, um cercadinho demarcava as propriedades. Algumas mulheres mais caprichosas davam um jeitinho especial, plantando pequenas hortas, jardins e gramas. Era o jeito mais colorido para dissipar a atmosfera cinza.

   Mas, à noite… Ah, à noite… Não tinha como sair sem uma lamparina. E devia ser de boa qualidade, com bastante querosene, para que o fogo não se apagasse quando mais se precisasse dele. Sim, porque, além do frio, os moradores ainda tinham que conviver com os ventos noturnos. E como não havia prédios, eles passavam rente aos ouvidos, dando sussurros de arrepiar:

– Vuhhhhhhh… Vuhhhhhhh…

    Quem não era acostumado a sair de noite e se aventurava a fazer alguma coisa lá fora, se assustava com o uivado da ventania.

    Contava-se por lá que um tal ser saía às ruas em busca de comida. Alguns diziam ser um lobisomem, outros uma fera desconhecida, outros ainda, “alguma coisa de outro planeta”. E quando surgia uma cabra, bezerro ou ovelha morta, então, aí que as suspeitas recaiam sobre essas criaturas jamais vistas por ninguém.

    Mas, naquela noite, contrariando os pais e avós, Belle resolveu buscar mel na casa de uma vizinha. O pai, bem que tentou, mas não conseguiu impedir a garota de buscar o alimento para adoçar o chá da avó, adoentada havia dias.

     Por causa do vento, cobriu a cabeça com uma grande echarpe de veludo, apertando-a firmemente no pescoço com uma das mãos. Com a outra, segurava a lamparina. Porém, o vento era forte demais. E deveras tenebroso.

    Belle saiu, enquanto todos se trancavam em suas casas. A noite era muito escura e estava impossível enxergar um palmo à frente sem a ajuda de um reles feixe de luz.

   A menina apressou o andar, mas era impedida de caminhar mais rápido pela forte ação do vento. Ela era lançada vagamente para um lado e outro e, na esperança de equilibrar-se para não cair, tentava agarrar-se a qualquer coisa – mas sempre em vão. Era como se estivesse enfrentando um vendaval sozinha.

   As árvores, mesmo sem ninguém ver, balançavam enlouquecidas. E os galhos secos despencavam das alturas, tornando-se mais um perigo a ser enfrentado. E enquanto andava, Belle pisava nas folhas úmidas que a faziam escorregar.

“Por que tanto sacrifício?”, ela pensava, como se uma culpa já quisesse se instalar em sua mente. Ao mesmo tempo, lembrava-se da avó, debilitada na cama feita de palha, a espera do chá que poderia trazer a sua cura.

Ela nem havia terminado de expelir o pensamento, quando, de repente, um vento arrebatou o fogo da lamparina. Tudo enegreceu! Belle não via nada, apenas ouvia o ensurdecedor barulho do medo. As árvores, o vento, as folhas, os galhos. E o bicho? Belle se atormentava por dentro, e seu coração, agitado, ditava o ritmo da sua respiração. As veias saltavam, os olhos se arregalavam, e a voz cada vez mais muda. Contradição? O terrível temor da morte.

    Os vizinhos, de suas casas, tentavam espiar a menina que se debatia sem mover um dedo sequer. Estavam assustados, temendo o pior.
Belle, completamente imóvel, procurava mexer a cabeça para saber aonde ir. “Vou voltar para casa”, ela dizia a si. Mas, como saber qual o caminho de volta? E se em vez de ir rumo à sua casa, fosse de encontro à floresta? Como sairia de lá? Então, pensou em seguir em frente. E, mesmo no breu instalado, deu sucessivos passos lentos e duvidosos.

Um após o outro… Um após o outro…

  Belle já se sentia mais segura. Até o grito do vento parecia não fazer mais sentido. Eles não eram nada. Era como se não estivessem ali. E nem mesmo o temor da suposta criatura trazia a ela alguma sensação ruim.

  Foi quando, no último passo que deu, encontrou em sua frente a porta da casa da vizinha. A essas alturas, todos estavam admirados. O vento parou e o frio também. A escuridão ainda estava ali, mas Belle conseguia se mover como se ela não mais estivesse. A vizinha lhe deu o mel e olhava com grande espanto para a menina. Não apenas a vizinha, mas todos os vizinhos abriram suas portas para contemplar a garota, lançando nela olhares estupefatos de admiração e, ao mesmo tempo, de pavor.

  Belle não entendia nada, mas imaginava que os moradores, inclusive seus pais, estivessem assim por ela ter tido coragem de sair naquela noite escura, quando ninguém o faria.

– A senhora pode acender a minha lamparina também? O vento apagou o fogo.
A vizinha ficou calada… Atônita…

– A senhora está me ouvindo? Pode acender a minha lamparina também? O vento apagou o fogo.

E nada.

E depois da terceira tentativa, a mulher resolveu lhe falar:

– Minha filha, para que você quer fogo se em volta de você há uma luz tão forte que vento nenhum pode apagar?




Para refletir

   É inevitável que passemos por situações escuras e até tenebrosas ao longo de nossas vidas. Mas, tenha certeza de que se você está, de fato, na Luz, por mais que esteja atravessando períodos de grandes e terríveis trevas, e ainda que os fortes ventos tentem lhe lançar ao chão, nada será capaz de lhe derrubar e lhe impedir de chegar aonde quer.
E por mais que você não veja, a Luz de Deus ilumina os seus caminhos e orienta os seus passos.


http://sites.universal.org/obreirosuniversal/blog/

terça-feira, 3 de outubro de 2017

POESIA: MÃOS BENDITAS Autora: Profª Lourdes Duarte



POESIA: MÃOS BENDITAS
Autora: Profª Lourdes Duarte

Benditas sejam as mãos que
tecem os fios na estrada da vida
Mãos divinas que oram e protegem
Mãos que oferecem guarida e nos guia
Mãos que afagam e lágrimas secam.


Na teia da incógnita existência
Apoiamo-nos na força de Deus
Somos carinho, amor e liberdade
Mas só Deus conduz os filhos seus.


Bendito seja esse amor incondicional
Que Deus tem por seus filhos amados
Nossas lágrimas para Ele é uma frase
Onde haverá lágrimas,
 Ele transformará em felicidade.


Na teia da vida haverá quedas
Mas Deus nos fortalecerá com seu amor
Só Ele sabe Interpretar sofrimentos e alegrias
Que cada passo meu, seja em direção a Deus.



A Fé move montanhas?


"E Jesus lhes disse: Por causa de vossa pouca fé; porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível.Mateus 17:20"


Jesus não está dizendo que basta ter fé  do tamanho de um grão de mostarda, mas que deve ser COMO (comparação) um grão de mostarda:

Jesus remove montanhas quando seu povo pede com fé. Ele pode afastar montanhas de avareza, egoísmo, inveja, ódio ...Ele pode remover as barreiras que inibem nosso crescimento espiritual e que retardam a expansão de sua palavra. Jamais nos sintamos limitados pelo que nossa débil força própria pode fazer; Deus pode mover montanhas!