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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

EXCURSÃO COM ALUNOS DA ESCOLA RAIMUNDO HONÓRIO- PE NO INSTITUTO RICARDO BRENNAND-PE



 INSTITUTO RICARDO BRENNAN- ALUNOS DA ESCOLA RAIMUNDO HONÓRIO - PE








Excursão com os alunos da Escola Raimundo Honório PE no Instituto Ricardo Brennand, RECIFE PE.

No dia 01-10-2012, professores  e alunos tiveram um aula Didática pedagógica,  extraclasse. Foi realizada um excursão para o Instituto Ricardo Brennand, Recife Pe/ Brasil.
Foram momentos riquíssimos de aprendizagem, este local é cultura viva.O Instituto Ricardo Brennand é uma instituição cultural que abriga museu, ...

  Espaço  Cultural importantíssimo  que deve ser  valorizado e visitados por  nossos alunos e todos que apreciam artes de diferentes categorias e épocas.
Postarei fotos que foram tirada no momento da visita .



Para uma melhor compreensão do valor culturas do Instituto postarei um artigo publica Wikipédia, a enciclopédia livre. http://pt.wikipedia.org/wiki/Instituto_Ricardo_Brennand
O Instituto Ricardo Brennand (IRB) é uma instituição cultural brasileira localizada na cidade de Recife, no bairro da Várzea. É uma organização privada sem fins lucrativos, fundada em 2002 pelo colecionador e empresário pernambucano Ricardo Brennand. O instituto está sediado em um complexo arquitetônico em estilo medieval, composto por três prédios: Museu Castelo São João, Pinacoteca e Galeria, circundados por um vasto parque








Possui uma coleção permanente de objetos histórico artísticos de diversas procedências, abrangendo o período que vai da Baixa Idade Média ao século XXI, com forte ênfase na documentação histórica e iconográfica relacionada ao período colonial e ao Brasil Holandês, incluindo a maior coleção do mundo de pinturas de Frans Post, com quinze obras.



O instituto também abriga um dos maiores acervos de armas brancas do mundo, com mais de 3.000 peças, a maior parte proveniente da Europa e da Ásia, produzidas entre os séculos XIV e XXI.[1][5] A biblioteca do instituto possui mais de 62 mil volumes, datados do século XVI em diante, destacando-se as coleções de brasiliana e obras raras



O instituto foi fundado por Ricardo Brennand, empresário e colecionador pernambucano de ascendência inglesa, nascido em Cabo de Santo Agostinho em 1927. Brennand obteve destaque na indústria canavieira da região Nordeste, atuando também nos segmentos de produção de cimento, azulejo, vidro, porcelana e aço. Na década de 1940, começou a colecionar armaria, sobretudo armas brancas, consolidando nas décadas seguintes o que viria a ser um dos maiores acervos privados dessa tipologia no mundo.
Na década de 1990, Brennand decidiu investir o capital resultante da venda de parte de suas fábricas na criação de uma fundação cultural voltada à preservação e exposição de seu acervo. Ainda antes da inauguração do instituto, começou a adquirir obras de arte e objetos relacionados à história do Brasil, sobretudo aos anos de ocupação holandesa da região Nordeste. Em poucos anos, Brennand amealhou um vasto conjunto de pinturas de Frans Post, além de paisagens e retratos seiscentistas, mapas, tapeçarias, moedas, documentos, livros raros e outros objetos referentes a essa temática.


Museu de cera.


O Instituto Ricardo Brennand foi inaugurado em setembro de 2002, com a exposição itinerante Albert Eckhout volta ao Brasil (também montada na Pinacoteca do Estado de São Paulo, no Conjunto Cultural da Caixa de Brasília e no Paço Imperial do Rio de Janeiro), que apresentou pela primeira vez ao público brasileiro o conjunto completo das pinturas de Eckhout pertencentes ao Museu Nacional da Dinamarca. No ano seguinte, o instituto inaugurou a exposição permanente Frans Post e o Brasil holandês na Coleção do Instituto Ricardo Brennand, com a presença da rainha Beatriz dos Países Baixos, do príncipe Guilherme Alexandre e da princesa Máxima Zorreguieta.
Além das exposições permanentes e temporárias, o instituto oferece visitas guiadas, cursos de história da arte, programa educativo voltado aos alunos dos sistemas público e privado de ensino de Pernambuco, programas de arte  educação para professores e atividades culturais em geral


Artes visuais

 

O núcleo de artes visuais é composto por pinturas, esculturas, desenhos e gravuras, de artistas brasileiros e estrangeiros, datados do século XV em diante. A coleção de arte brasileira é majoritariamente formada por paisagens e por um conjunto significativo de brasiliana, com predominância de registros iconográficos relacionados ao atual estado de Pernambuco Estão representados no acervo artistas como Carlos Julião, Claude François Fortier, Nicolas-Antoine Taunay, Jean-Baptiste Debret, Johann Moritz Rugendas, Henri Nicolas Vinet, Emil Bauch, Nicola Antonio Facchinetti, Luís Schlappriz, Franz Heinnrich Carls, Franz Hagedorn, Giovanni Battista Castagneto, Eliseu Visconti, Jerônimo José Telles Júnior e Benedito Calixto, entre outros.
A coleção de pintura européia é caracterizada pela ênfase nas cenas de gênero, em temáticas palacianas ou relacionadas à armaria, datadas do século XVII em diante. Destaca-se um par de naturezas-mortas barrocas de Francesco Maltese e outras obras de Enrique López Martínez, Tito Lessi e Blaise Alexandre Desgoffe. Outra vertente presente nesse segmento é o de pinturas oitocentistas de temática orientalista e de nus femininos. Destacam-se Edouard Richter, Emmanuel de Dieudonne, Delphin Enjolras e, sobretudo, William-Adolphe Bouguereau, com Após o Banho (1894).
Na coleção de esculturas, destaca-se uma peça anônima em madeira do século XV, representando um escravo negro em trajes da época, e outras obras de Giovanni Maria Benzoni, Henri Louis Levasseur, Abelardo da Hora e um conjunto de réplicas de esculturas clássicas executadas pelo ateliê de Romano Romanelli.

Brasil Holandês

 

O Instituto Ricardo Brennand possui uma das mais completas coleções de documentação histórica e iconográfica relacionada à ocupação holandesa da região Nordeste do Brasil. O destaque principal desse núcleo é a maior coleção mundial de pinturas de Frans Post, o primeiro pintor de paisagens do continente americano. O instituto possui 15 óleos de Post, o que equivale a 10% de toda a sua produção pictórica. É a única coleção que cobre todas as fases da trajetória do artista. Particularmente relevante é a peça Forte Frederick Hendrik pintada por Post em Recife em 1640. Trata-se da única dentre as sete paisagens remanescentes executadas in situ por Frans Post a ser conservada em uma coleção brasileira (as outras seis estão divididas entre o Louvre, em Paris, a Mauritshuis, na Haia e a coleção Cisneros, em Caracas). Ainda no contexto da pintura holandesa seiscentista, encontram-se os retratos de Maurício de Nassau executados pelos ateliês de Pieter Nason e Jan de Baen.
O instituto conserva um conjunto de gravuras executadas entre 1644 e 1645 por um grupo de artistas liderados por Jan van Brosterhuisen, a partir de desenhos detalhados feitos por Frans Post para ilustrar o livro Rerum per octennium in Brasilia et alibi nuper gestarum sub praefectura de Caspar Barlaeus. Os desenhos de Post encontram-se atualmente conservados no Museu Britânico, em Londres. As gravuras representam as principais localidades e a topografia das terras brasileiras sob domínio holandês.Há também um conjunto de mapas do Nordeste brasileiro, produzidos por Hessel Gerritsz, Claes Visscher, Georg Marggraf e Izaac Commelyn, entre outros.


Carta escrita por Dom João IV em Lisboa, datada de 20 de janeiro de 1647.
De grande importância histórica é a rara coleção de moedas obsidionais holandesas (moedas emergenciais), cunhadas em Pernambuco entre 1645 e 1654 para superar escassez de numerário local ocasionada pelos constantes cercos impostos por Portugal. A coleção de manuscritos é composta por relatórios, ordens, memorandos e correspondências relacionados aos importantes eventos e personalidades de então. Há cartas de Isabela de Espanha, Maurício de Orange-Nassau, Johan de Witt, etc. O grande destaque é uma correspondência escrita por Dom João IV em 1647, informando sobre sua decisão de enviar um reforço de 200 homens para auxiliar na expulsão dos holandeses, um documento-chave para a preparação da primeira Batalha dos Guararapes.
A coleção de objetos relacionados a esse período inclui peças confeccionadas na Holanda com matéria-prima fornecida pelo Brasil (como taças feitas de coco), prataria comemorativa, um exemplar raro do maior tipo de globo terrestre de biblioteca fabricado por Mateus Greuter (do qual se conhecem apenas 15 exemplares atualmente), cachimbos da Companhia das Índias Ocidentais, etc. Outros objetos mostram a influência que o material iconográfico e científico coletado por Maurício de Nassau no Brasil e distribuído entre os soberanos europeus teve na produção de artefatos e no imaginário de seus contemporâneos. É o caso das famosas séries de tapeçarias Anciennes e Nouvelles Indes, baseadas nos desenhos de Albert Eckhout e tecidas pela Manufatura dos Gobelins, da qual o instituto conserva quatro exemplares, bem como de uma paisagem brasileira imaginária, pintada por Jillis van Schendel
, artista holandês que jamais esteve no Brasil






Final do dia, hora de voltarmos para casa, não resistimos aos lugares lindos para as fotos.
 Esta foi uma pequena demonstração da cultura deste lugar Que é de uma beleza sem igual e de grandes aprendizados.

Viva a vida, a natureza, a cultura e a educação!!


Fonte de pesquisa: 

Wikipédia, a enciclopédia livre.
https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=9191195104396431230
Panorama do IRB com destaque para o Castelo que abriga a pinacoteca

MENSAGEM DO DIA 02-11-2012 " MEMÓRIA"

                          MEMÓRIA

Um velho sábio estava caminhando por um campo de neve quando viu uma mulher chorando.
"Por que choras?", perguntou ele.

"Porque me lembro do passado, da minha juventude, da beleza que via no espelho, de todos bens que possuia...
Deus foi extremamente cruel comigo porque me deu memória.
Ele sabia que eu ia sempre recordar da
primavera da minha vida e chorar".

O sábio ficou contemplando o campo de neve, com o olhar fixo em determinado ponto.
À determinada altura, a mulher parou de chorar.
"O que estás vendo aí?", ela perguntou ao sábio.

"Um campo de rosas", disse ele e continuou:
"Deus foi generoso comigo porque me deu memória.
Ele sabia que, no inverno,
eu poderia sempre recordar a primavera, e sorrir".







Obrigada Senhor, que nos deu  a memória e hoje podemos recordar os momentos maravilhosos que vivemos com pessoas queridas, momentos felizes, estes sim devemos nos lembrar, sem lágrimas, sem tristezas porque fomos felizes. Lembrar do campo de rosas, e como Deus é generoso conosco em conservar tantas lembranças boas na nossa mente e assim podermos sorrir outra vez.
  

Autor desconhecido
 Imagens: Cópias do google

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

MENSAGEM DO DIA 01-11-2012 " A ESCOLA DOS BICHOS".



A ESCOLA DOS BICHOS
 
Rosana Rizzuti
 
Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas.
O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de
vôo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.
E assim foi feito, incluíram tudo, mas...
cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.
O Coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar.
Colocaram-no numa árvore e disseram: "Voa,
Coelho". Ele saltou lá de cima e "pluft"...
coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não
aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.
O Pássaro voava como nenhum outro, mas o
obrigaram a cavar buracos como uma topeira.
Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.


SABE DE UMA COISA?
Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por DEUS.
Não podemos exigir ou forçar para que as
outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.
Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.
RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO.
Imagens: Cópias do Google
Observação: Desculpem está postando neste horário, estive sem net.