DEPRESSIVA E
TRISTONHA
Profª Lourdes
Duarte
Em meio ao dia a
dia, vejo o tempo passar
Medos as vezes me
atordoam, por covardia,
Me escondo na
sombra da vida, para não enfrentar
Ou não enxergar, o
que o medo me emudecia,
A vida passou ...
Os sonhos o vento levou.
A luta pela
sobrevivência me arrebata
A dor da alma que
as vezes exalta
Como um vinho quente,
desfaz o frio
Minha fé no Deus
do universo me guia.
Quando penso haver
somente fim
Percebo esperança no Deus maior
É assim que a vida se cura a cada dia
Percebo esperança no Deus maior
É assim que a vida se cura a cada dia
Acaso meu
pensamento despiu-se
Do manto negro que
me envolvia.
Medos que me
distanciavam
Da vida linda que
me rodeava
Depressiva e
tristonha, não percebia
As sombras que
encobriam, como uma névoa
O brilho dos cristais
lúcidos da minha alma.
Como uma esplêndida luz da aurora clara
A esperança me
guia e fortalece
Outros sonhos,
outros risos, outro dia
Uma nova vida em
Harmonia
Outra chance, vem
como alento de felicidade.
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O grande Chico Xavier
diz que “Tudo que criamos para nós,
de que não temos
necessidade, se transforma em angústia, em depressão...”
Augusto Cury alerta
que
“Nunca despreze as
pessoas deprimidas.
A depressão é o último estágio da dor humana”.
A depressão é o último estágio da dor humana”.
Depressão é coisa séria, conheço de perto pessoas na família.
O melhor remédio, compreensão e amor.
















